Foto: Fernando de la Orden

A crise que rondava o Boca Juniors após a derrota para o River Plate no fim de semana, resolveu abrir a porta da La Bombonera e se alojar de vez no clube com a precoce e surpreendente eliminação na Copa Argentina, na noite da última quinta-feira, diante do Gimnasia La Plata.

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O retrato do clima pesado pode estourar no técnico Guillermo Barros Schelotto. Após a queda no torneio, o comandante não apareceu para conversar com a imprensa argentina e levantou dúvidas sobre a sua permanência.

Pelo lado da diretoria, o presidente Daniel Angelici não se omitiu no momento de pressão. Garantiu que Schelotto permanece a frente do clube e espera uma reação no fim de semana, pois na semana que vem tem duelo decisivo pela Libertadores da América.

De acordo com a mídia local, Schelotto irá se reunir com a diretoria na tarde desta sexta-feira para avaliar a queda no torneio nacional e decidir se permanece ou não como técnico.

Entre os torcedores as críticas ao eterno ídolo só aumentam. O nível do jogo Xeneize caiu muito nos últimos tempos e Schelotto é cobrado constantemente para mexer no esquema tático do time.

Outro ponto que causa incômodo em parte da torcida é a presença constante de Tévez no banco de reservas. A massa acredita que, o atacante precisa participar mais dos jogos e a sua presença em campo passa experiência aos companheiros.

No domingo, o Boca Juniors volta a campo para encarar Colón, em jogo válido pela Superliga Argentina. O duelo acontece na La Bombonera.