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Foto: Reprodução/Tenfield

Alguns jogadores certamente já estão e cada vez mais serão lembrados nos próximos anos como grandes figuras da história do futebol da América Latina, grupo esse em que certamente os serviços do centroavante uruguaio Nicolás Olivera estarão considerados.

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E, no último fim de semana, o ato final na carreira profissional aos 38 anos de idade do atarracado avante de 1,67m foi com a camisa do clube onde começou sua trajetória profissional (Defensor) vencendo o Racing Montevidéu por 2 a 1 em duelo válido pela 14a e penúltima rodada do Campeonato Uruguaio Especial.

Porém, não foram apenas as homenagens de torcedores e outros admiradores presentes no Estádio Luiz Franzini que repercutiram na imprensa local, já que na coluna Desde el Arco publicada no tradicional site Ovación o periodista charrúa José Mastandrea rasgou elogios ao agora ex-jogador intitulando a sua coluna como O Nico não foi apenas mais um:

“Foi craque de verdade. Na Espanha e no México arrebentou. E como se fosse pouco, quando todos diziam e pensavam que não dava mais, voltou a sua casa e demonstrou que estava tão aceso quando jogou pela primeira vez como protagonista com a camisa violeta.”

Com uma larga experiência tanto dentro como fora do futebol uruguaio, certamente os grandes momentos de Olivera foram as 26 convocações e oito gols com a camisa da seleção principal da Celeste e, em 1997, a sua conquista individual como melhor jogador do Mundial Sub-20 de 1997 disputado na Malásia.

Para se ter uma ideia da importância do último prêmio citado, na oportunidade o segundo e terceiro colocados em questão foram os outros grandes nomes de futebol da América Latina Marcelo Zalayeta e Pablo Aimar.