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Foto: Dylan Martinez/Reuters

O período de fortes investigações a respeito de atos de corrupção na FIFA finalmente atingiu o seu patamar mais alto na manhã dessa quinta-feira (8) com o anúncio de suspensão de dois integrantes do mais alto escalão da entidade.

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De acordo com a informação apurada pela imprensa internacional, o presidente da FIFA Joseph Blatter e o secretário-geral Jerôme Valcke (já afastado moralmente há alguns dias por suposto envolvimento na “Máfia dos Ingressos”) tiveram um afastamento oficial decretado em 90 dias, em conjunto com o afastamento do atual presidente da UEFA, o ex-jogador francês Michel Platini.

Platini que, apesar de já ter alfinetado Blatter por diversas vezes em entrevistas, está sendo investigado justamente por ter recebido em sua conta uma vultuosa quantia em dinheiro depositada pelo cartola suiço, algo que foi justificado pelo presidente da FIFA como “um pagamento em função dos serviços prestados na época em que Platini trabalhou na entidade”.

Já Platini não detalhou sobre o motivo desse depósito milionário, alegando apenas que esse recebimento em nada tem de caráter ilícito.

Outro dirigente que acabou “fisgado” nesse verdadeiro pente fino imposto nas investigações que começaram com o FBI e tem continuidade no Comitê de Ética da FIFA foi o sul-coreano Chung Mong-Joon, que inclusive era candidato a presidência do órgão máximo do esporte nas últimas eleições.

A acusação contra Chung seria de que ele tentou subornar outros cartolas com poder de escolha para induzí-los a votarem na Coreia do Sul como sede para a Copa do Mundo de 2022, que será disputada no Catar.