Por toda a tradição que envolve a relação Boca Juniors e Libertadores, jogadores e torcedores do Cruzeiro sabem como será difícil reverter a vantagem de 2 a 0 obtida pelos argentinos no duelo de ida das quartas de final da Copa Libertadores.

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Além de toda essa “aura”, o clube Celeste também terá de fazer para avançar no tempo normal algo que não acontece há mais de uma década com o time Xeneize: Vencer por três gols de diferença sendo mandante.

A última vez que isso aconteceu foi na longínqua edição de 2007 quando, visitando o Cienciano na altitude de Cusco, a equipe que seria campeã daquela edição dirigida por Carlos Bianchi foi goleada por 3 a 0. Placar esse que, se repetido hoje pelos brasileiros, será suficiente para a classificação.

Outro resultado que “serviria” para os mineiros, o 2 a 0, ocorreu em um espaço de tempo menor. Na final da edição de 2012, o Corinthians superou o time de Buenos Aires no Pacaembu com esse marcador e venceu o primeiro título do torneio em sua história.

Todavia, superar o clube de La Bombonera mesmo quando ele joga distante de seus domínios em se tratando de Libertadores, por si só, é algo que ocorre poucas vezes. Pensando desde o revés para os peruanos há 11 anos, o Boca Juniors fez 41 compromissos fora de casa na competição e perdeu apenas 11 deles.