Mexico-Argentina-amistoso-Futebol-Latino-10-09
Foto: Tata Pagano/Divulgação/AFA

A ausência de seu camisa 10 e figura máxima da seleção argentina, Lionel Messi, não foi sentida em amistoso frente ao México jogando na cidade norte-americana de San Antonio, mais precisamente no Alamodome. Como demonstração disso e da imensa efetividade que viveu a Albiceleste no plano ofensivo, em noite brilhante de Lautaro Martínez os comandados de Lionel Scaloni aplicaram um sonoro 4 a 0.

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Primeiro tempo

No começo da partida, a equipe mexicana era quem aplicava o maior grau de intensidade no jogo e parecia capaz de deixar em problemas o sistema de retaguarda da Albiceleste. Contudo, bastou com que a Argentina se atentasse aos erros que eram cometidos na defensiva da Tri que o confronto sofreu radical mudança de cenário.

Aos 17 minutos, Leandro Paredes aproveitou o passe errado de Néstor Araújo e tocou para Lautaro Martínez limpar três marcadores e bater de perna esquerda no contrapé de Guillermo Ochoa. Cinco minutos depois, Exequiel Palacios foi quem aproveitou o vacilo mexicano e novamente colocou Lautaro em condições de bater e aumentar a conta, 2 a 0.

Com 33, o árbitro hondurenho Héctor Martínez marcou pênalti em toque de mão dentro da grande área de Carlos Salcedo com Lautaro Martínez tentando fazer o cruzamento. Na cobrança, Paredes viu Ochoa chegar na bola no canto direito, mas a força da mesma fez com que ela, ainda assim, balançasse as redes da Tri.

Para completar o acachapante resultado ainda no tempo inicial, Lautaro apareceu dentro da grande área, pressionou a marcação sobre Araújo e bateu firme, cruzado, 4 a 0 Argentina.

Segundo tempo

Mesmo com uma confortável dianteira, a Albiceleste de Lionel Scaloni não se limitava a unicamente aguardar as atitudes do México e aguardar o tempo passar para ter a confirmação da sua provável vitória, pelo contrário.

As linhas de marcação continuavam bastante compactas e, quando a posse estava sob seu domínio, a saída rápida e chegadas fáceis nos lances em condições de finalizar com clareza seguiam aparecendo. Foi assim, inclusive, que aos cinco minutos Rodrigo De Paul levou perigo a meta mexicana chutando da meia-lua onde Ochoa, de mão trocada, fez complicada defesa.

Quando o embate já estava até mesmo com rumo definido, os jogadores de La Tri, principalmente Hirving Lozano, se mostravam bastante irritados e aumentando exageradamente a intensidade das divididas.

Apesar da visível “perda de cabeça”, a arbitragem hondurenha preferiu evitar ao máximo fazer uso do cartão vermelho e conseguiu terminar a partida sem fazê-lo.