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Foto: Divulgação/Al Wasl

Todas aqueles que sonham com a carreira de jogador de futebol profissional precisam estar preparados para, em um curto espaço de tempo, terem uma mudança de vida que pode transformar todos os aspectos da sua história.

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E foi assim que aconteceu justamente com a vida do então com 17 anos Caio Canedo Corrêa, natural de Volta Redonda. Hoje, dez anos depois que fazia a sua transição da cidade no interior do Rio de Janeiro para o Botafogo, o atleta se mostra muito feliz do outro lado do planeta, mais precisamente nos Emirados Árabes Unidos.

Já há quatro anos vestindo a camisa do Al Wasl e morando na turística cidade de Dubai, são 61 gols em 100 jogos. Situação que, caso proporcione um convite para atuar pela seleção local, seria analisado com carinho.

Além de falar sobre essa fase, o atleta apelidado de “Talismã” pela torcida botafoguense fala da companhia de nomes conhecidos no início da trajetória, o carinho pelo clube de General Severiano, as amizades que formou no futebol, dentre outros assuntos.

Confira abaixo a entrevista com Caio:

1- Muitos tem a lembrança mais viva do seu começo de carreira no Botafogo, mas, na verdade, você deu seus primeiros passos dentro do futebol no Volta Redonda. Quais as lembranças que você tem desse momento da carreira?

2- Depois da sua ida para o Botafogo, houve alguém que te ajudasse a não “se perder” no meio do caminho por se deslumbrar com a transição de um clube de menor para o de maior expressão?

3- Conseguiu acompanhar a ascensão recente do time carioca, chegando longe na Copa do Brasil e na Libertadores? Acha que a equipe merecia ter avançado ainda mais em um dos dois torneios?

4- Depois de duas temporadas no Fogão, você passou rapidamente pelo Figueirense e, depois, desembarcou no Inter. Houve alguma diferença de estrutura que você notou nos clubes que você já tinha passado?

5- Criou alguma amizade com jogadores da sua época do Internacional que duram até hoje? É um clube que você tem vontade de voltar a jogar?

6- Tendo a primeira experiência fora do futebol brasileiro no Al Wasl, ficou com medo de não se adaptar a uma cultura que parece tão diferente da nossa?

7- Estando há quatro temporadas nos Emirados, já surgiu algum convite ou desejo seu mesmo de se naturalizar para defender a seleção local?

  • Comedor de CUkie e BrUsChETA

    Volta, talismã!

  • Miguel Laskoski

    Seria bom que voltasse para o fogão!