Foto: Divulgação/Montevideo

A noite de quinta-feira será decisiva para o Montevideo Wanderers. Após perder para o Corinthians por 2 a 0, o time uruguaio precisa reverter a desvantagem para manter vivo o sonho de conquistar a Copa Sul-Americana.

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Como se a pressão dentro do clube não fosse o bastante, os bohemios entram em campo ostentando o último fio de esperança do Uruguai no continente. Em caso de eliminação, o futebol celeste, um dos mais tradicionais da América do Sul, está fora de todos os torneios internacionais da temporada.

Em janeiro, Peñarol, Nacional, Defensor, Danubio, Liverpool, River Plate, Wanderers e Cerro representavam o país entre Libertadores e Sul-Americana, mas o desempenho foi pífio.

Na Liberta, Defensor e Danubio caíram nas fases preliminares. O Peñarol mais uma vez decepcionou na fase de grupos e acabou eliminado. Já o Nacional seguiu até as oitavas de final, mas sucumbiu diante do Internacional.

Na Sul-Americana a decepção não foi diferente. Liverpool e River Plate chegaram até a Segunda Fase. O Cerro caiu logo no primeiro confronto. Já o Peñarol oriundo da Libertadores, não foi páreo contra o Fluminense e acabou eliminado nas oitavas de final, mesma fase que se encontra o Wanderers.

Não é de hoje que o futebol uruguaio decepciona no certame continental. A última vez que um clube jogou uma decisão aconteceu em 2011, quando o Peñarol foi vice-campeão da Libertadores.

O último título do futebol celeste aconteceu em 1988, quando o Nacional derrotou o Newell’s Old Boys e faturou a Liberta.