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Foto: Jornal El Gráfico El Salvador

*Por Mônica Alvernaz

Apesar de pouco mais de 50 anos de existência, o Pasaquina vem se firmando no futebol de El Salvador e está desde 2014 na primeira divisão nacional.

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Nesta semana, o clube de El Salvador, que tenta conquistar seu primeiro título na principal divisão do futebol local, anunciou um reforço para a temporada.

Emerson Roque tem 26 anos e joga como meia defensivo. Ele começou a carreira no Nova Iguaçu, passou pelo Bonsucesso, jogou em clubes da Polônia, Tanzânia e Gibraltar.

Agora no Pasaquina FC, Emerson conversou com exclusividade com o Futebol Latino e falou um pouco da carreira e da expectativa para estrear no futebol da América Central.

FL: Qual a expectativa de atuar pela primeira vez em uma equipe da América Central?

A expectativa é boa. Eu espero poder fazer um bom campeonato esse ano, poder gravar meu nome aqui no Pasaquina e poder gravar também o nome da minha equipe, ser bem falada aqui nesse país.

FL: Acha que as experiências que teve fora do Brasil irão te ajudar nesse novo desafio?

Com certeza. Já tem me ajudado muito eu já ter ficado um tempo fora e creio que ainda vai me ajudar bastante aqui em El Salvador.

FL: Você já atuou no RKS da Polônia, em que o idioma e o clima são muito diferentes do que temos aqui no Brasil. Acha que a proximidade do idioma e clima podem ajudar na sua adaptação do Pasaquina?

Acho que o fator idioma tá sendo primordial, pelo fato de eu já falar um pouco, dominar um pouco do espanhol, acho que ajudou bastante na minha adaptação no Pasaquina e em El Salvador. Por eu já saber falar algumas coisas, isso me aproximou muito do grupo aqui, que me recebeu de braços abertos. Então acredito que esse é um fator que vem me ajudando muito na adaptação.

FL: O Pasaquina terminou em oitavo o último Apertura e buscará um título inédito no Clausura. Qual acredita ser o grande desafio na busca dessa taça?

Creio que começo agora desse segundo turno, vamos ter muitos jogos difícies, mas a maioria dos jogos difíceis vão ser dentro de casa. Então acho que pode facilitar um pouco pra gente e o grupo tá muito unido, a gente tem trabalhado muito forte pra poder chegar bem, pra poder fazer um bom campeonato e quem sabe conquistar o título.

FL: Você começou a carreira no Nova Iguaçu, que chegou na segunda fase da Copinha com a equipe sub-20, aonde acabou eliminado da competição. Pra você, qual a importância de um torneio como a Copa São Paulo de Futebol Júnior na carreira do atleta?

Nessa transição que tem do juniores pro profissional, esse campeonato ajuda bastante, porque é um campeonato difícil, corrido, então ajuda no amadurecimento do atleta, pra quando chegar no profissional não sentir tanta diferença.

FL: Falando um pouco mais da garotada, que dica você daria para os que estão começando ou pensando em entrar no futebol?

O conselho que dou pra garotada é que não desistam, porque o caminho é difícil. Muitas vezes a gente precisa abrir mão de muitas coisas pra fazer valer aquilo que a gente acredita. Então que tenha foco naquilo que quer buscar, perseverança e, principalmente, disciplina.

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