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Foto: Divulgação/Federação Equatoriana de Futebol

O futebol do Equador tem em seu modelo atual de calendário apenas as ligas nacionais divididas em divisões como competições que integram os clubes. Porém, essa realidade pode mudar se a proposta divulgada pela própria federação do país for aprovada.

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A Federação Equatoriana de Futebol (FEF) formulou e apresentou nessa semana um modelo para a Copa Equador 2019 com características similares a Copa do Brasil.

Todavia, com um número inicialmente menor de participantes, já que prevê a entrada de 50 equipes desde o início sendo elas as 24 instituições de primeira e segunda divisão nacionais, outros 24 times não classificados as ligas nacionais, mas que se qualificarão via torneios regionais, além de duas equipes amadoras.

Na primeira fase, os 26 times que não disputam outra competição nacional duelam entre si em jogos de ida e volta para definirem 13 clubes classificados sendo que, dentro desses confrontos, serão selecionados outros três times de melhor desempenho numérico para avançar a instância seguinte.

Com isso, os 16 restantes disputam a segunda última eliminatória para saber quem serão os adversários dos 12 times da primeira divisão e as quatro melhores da Série B equatoriana sendo que esse segundo grupo seriam cabeças de chave nos confrontos definidos por sorteio. À partir daí, o torneio segue naturalmente o caminho de 16-avos de final em diante.

As únicas condições já estabelecidas na proposta para a escolha dos jogos e chaveamento da competição é de que os arquirrivais Barcelona de Guayaquil e Emelec só se encontrariam em uma hipotética decisão bem como a definição do mando de campo na final da Copa Equador aconteceria via sorteio.

O vencedor da competição teria vaga garantida no último posto a Copa Libertadores de 2020 enquanto o vice-campeão ficaria com o último posto de classificado a Copa Sul-Americana da temporada seguinte.

Outro ponto abordado e que chamou a atenção para os padrões do futebol equatoriano é a premiação proposta aos vencedores. Segundo os cálculos da FEF, o campeão (caso passe por todas as instâncias) chegaria a arrecadação geral de 515 mil dólares (quase R$ 2 milhões) enquanto o vice poderia atingir a casa de 315 mil dólares (pouco menos de R$ 1,2 milhão).