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Foto: Reprodução/Instagram

Uma situação envolvendo o filho cacula do técnico Diego Simeone, Giuliano, o River Plate (equipe onde o jovem frequentou as categorias de base) e o Atlético de Madrid (Espanha), clube onde atualmente o primogênito de Cholo está treinando, criou um verdadeiro impasse no entendimento das duas diretorias.

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Segundo a avaliação do clube argentino, pelo fato de já integrar as atividades da equipe europeia, o clube espanhol poderia pagar a taxa de transferência que é calculada em 250 mil euros (R$ 1,1 milhão) em função da passagem do jogador por quatro categorias diferentes do Millonario e ter saído sem o consentimento do clube.

Por parte do Atlético, o clube se apoia pura e simplesmente no aspecto legal de que, além de não ter assinado qualquer vínculo até o momento com Giuliano (algo que não caracteriza a sua contratação formal), tampouco o River tinha contrato profissional com o mesmo pelo fato dele ter apenas 17 anos de idade. O regulamento da FIFA só permite tal vínculo após o jogador completar 18 anos.

Outro argumento utilizado pelos Colchoneros é de que o filho de Diego Simeone viajou a Europa por motivos familiares, algo também previsto em lei como excludente da necessidade de compensação financeira. A informação que circula é que o desejo de Cholo seria de tirar o filho da crise social e econômica que vive a Argentina.

Com esse panorama e a FIFA tendo ratificado a posição do clube madrilenho segundo informou o diário Olé, o River conversa junto aos espanhois para costurar um acordo onde, ao menos, receba percentual de venda futura superior ao mecanismo de solidariedade previsto na legislação.