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Foto: Reprodução/Twitter

*Equipe Odds Shark

A Copa do Mundo Sub-17 começa no próximo mês e é uma excelente oportunidade para você acompanhar futuro talentos. Afinal, craques como Fabregas, David Silva, Ronaldinho, Figo, Verón, Buffon, Totti, Casillas, Xavi e muitos outros já participaram do torneio. Para esta edição, muitos candidatos a estrelas estarão em campo, mas o Brasil com Vinicius Júnior (Flamengo), Alan (Palmeiras) e Vitinho (Corinthians) é o que chega com uma geração mais promissora. Um fato curioso é que a atual bicampeã Nigéria sequer conseguiu se classificar para a disputa deste ano.

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Passeio no Sul-Americano

Um bom passo para se candidatar ao título de uma Copa do Mundo é ser o melhor do seu continente e isso o Brasil aparece na frente com sobras. A equipe simplesmente atropelou no Sul-Americano, com sete vitórias e dois empates – ambos contra o Paraguai. A superioridade foi tanta que cinco dos sete triunfos ocorreram por três ou mais gols de diferença.

Tudo isso comandado por Vinicius Júnior, que foi o artilheiro e o melhor jogador da competição. O jogador chegará ainda mais experiente para o Mundial, pois agora tem atuado nos profissionais do Flamengo. Outro que também vai com mais bagagem é Vitinho, que tem entrado muito bem nos jogos do Corinthians. No entanto, todo a geração brasileira chega muito forte, da defesa ao ataque. Prova disso é que o time só sofreu gols em duas das nove partidas neste ano. Sendo assim, não dá para não considerar a equipe favorita para o título, R$ 5,50 em cada real, segundo dados do Oddsshark.com.

Alemanha forte em todas as categorias

Todo o sucesso do futebol profissional da Alemanha começou na base ainda no meio dos anos 2000. Apesar de ainda não ter conquistado o título do sub-17, o país já alcançou dois terceiros lugares e tem revelado muita gente talentosa. Desta edição, o grande candidato a craque é o camisa 10 Elias Abouchabaka, que pertence ao RB Leipzig. Na frente, Fiete Arp, do Hamburgo é a principal esperança de gols. Se a dupla funcionar como em boa parte da Euro Sub-17, os alemães chegam fortes, pagando R$ 6,00 para R$ 1,00 pela taça.

Dando o mesmo valor aparece o México, que chegou nas semifinais do torneio nas suas últimas três participações. Com a Nigéria de fora, o país é o campeão mais recente do torneio que está nesta disputa. No entanto, os mexicanos não trazem nomes de expressão para este ano.

Outros europeus chegam fortes

Tendo conquistado apenas uma das últimas sete edições, a Europa conta com mais três seleções com chances de título. Tanto Inglaterra, quanto França e Espanha pagam R$ 9,00 para R$ 1,00 pela taça e devem dar trabalho competição.

Campeã da Euro Sub-17, a Espanha, assim como no time principal, tem a sua força no coletivo. No entanto, se Isco e Asensio comandam no meio de campo dos profissionais, na base o destaque está na dupla de ataque, formada por Abel Ruiz e Sergio Gómez, ambos do Barcelona. Já no meio, Antonio Blanco, do Real Madrid, é o responsável por fazer a bola sair da defesa com qualidade.

A França não vem tão forte, mas conta com o artilheiro da Euro Sub-17, o atacante Amine Gouiri. Se o jogador do Lyon estiver inspirado pode causar dificuldades aos adversários.

Já na Inglaterra o destaque é Jadon Sancho, que apesar de jogar no meio de campo é extremamente perigoso quando chega ao ataque. O jogador fez tanto sucesso nos torneios da base que chegou ao Borussia Dortmund com status de novo Dembelé, que foi negociado pelos aurinegros com o Barcelona.

Correm por fora

Sem nenhuma grande estrela, Estados Unidos (R$ 12,00), Chile (R$ 14,00) e Paraguai (R$ 16,00) podem tentar surpreender no coletivo, mas chegam como menos prestígio que os demais participantes. Qualquer outra seleção dá no mínimo R$ 20,00 para cada real, segundo números do Oddsshark.com.

Africanos dominam Mundial

Se na categoria principal as seleções africanas não conseguiram sequer chegarem nas finais, no Sub-17 o domínio é grande, pois o continente levou sete das 16 edições. A recordista é a Nigéria, que ganhou cinco vezes, incluindo as duas últimas. Logo atrás aparece o Brasil, com três títulos, e na sequência Gana e México, com duas taças. Arábia Saudita, França, Suíça e União Soviética também venceram uma vez cada.

Porém, nesta edição, a africana mais cotada é a seleção de Mali, que chega com poucas chances, dando R$ 19 para R$ 1,00, de acordo com estatísticas do Oddsshark.com.