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*Por Tiago Emanuel

Jurgen Klinsmann comanda a seleção de futebol dos Estados Unidos desde 2011. No comando da seleção, Klinsmann venceu a CONCACAF Gold Cup em 2013 e levou a equipe à uma grande sequência de vitórias que teve fim em setembro daquele ano.

Apesar dos feitos, o técnico vem sofrendo pressão da mídia e da torcida, após sucessivos fracassos. A eliminação para a Jamaica na semifinal da Gold Cup de 2015 acendeu o sinal de alerta, confirmado pelo momento desesperador no hexagonal final para a Copa de 2018.

Na primeira partida, uma derrota por 2×0 para o México, seu maior rival, em seus próprios domínios. A recuperação poderia vir contra a Costa Rica, fora de casa. Não veio. Foram sonoros 4×0 sofridos, e a equipe divide a última colocação com Trinidad e Tobago. A lanterna cai em sua mão pelo saldo de gols, mas Klinsmann pode nem segurá-la por muito tempo.

A Fox Sports estadunidense já preparou uma lista de 10 possíveis substitutos para o alemão. Bruce Arena, técnico do Los Angeles Galaxy, parece ser o favorito da mídia local. O treinador é o maior vencedor da MLS levou os americanos às quartas de final na Copa de 2002, e só traz algumas dúvidas a respeito do esquema tático, não muito diferente do de Klinsmann.

Outro nome, este bem conhecido pela América, é Marcelo “El Loco” Bielsa. Conhecido por seus trabalhos nas seleções argentina e chilena, assim como pelas temporadas com Athletic Bilbao e Olympique de Marseille, Bielsa seria uma opção para mudar completamente o estilo da seleção. Sua maneira ofensiva de dirigir as equipes, contrasta com uma possível dificuldade para conhecer os atletas e impor seu estilo de jogo.

Os demais nomes são Gregg Berhalter (Columbus Crew), Dominic Kinnear (SJ Earthquakes), Jason Kreis (Orlando City), Jesse Marsch (NY Red Bulls), Oscar Pareja (FC Dallas), Caleb Porter (Portland Timbers), Sigi Schmid (Seattle Sounders) e Peter Vermes (Sporting Kansas City).

 

 

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