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Foto: Reprodução/Olé

Bom para ambos. Assim pode se considerar o placar mesmo que de 0 a 0 entre Libertad e Atlético Tucumán pela última rodada da Copa Libertadores no Grupo 3 em jogo que ocorreu no estádio Nicolás Leoz.

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Os primeiros minutos foram de relativa tranquilidade para os dois sistemas defensivos, já que nem o Libertad ou o Atlético Tucumán preferiram implementar minutos iniciais baseados em um ritmo mais acelerado.

Mesmo com os paraguaios tendo mais posse de bola, isso não necessariamente significou que os visitantes ficaram constantemente retraídos. Por vezes, inclusive, a marcação argentina ousava avançar até o campo ofensivo para complicar a saída de bola do adversário e também a troca de passes.

Depois dos 25 minutos, os Repolleros tentaram acelerar um pouco mais a partida em dois lances que exploraram as laterais da defesa adversária. No entanto, nas duas oportunidades o arqueiro Alejandro Sánchez apareceu muito bem para fazer intervenções vitais.

O momento mais crítico para os visitantes ocorreu aos 38 minutos quando, depois de sair de maneira atrapalhada da meta, o mesmo Sánchez acabou acertando Antonio Bareiro fora da grande área. Como resultado, acabou expulso com cartão vermelho direto pelo árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio.

Se a postura do Tucumán era um pouco mais “corajosa”, no tempo complementar com um homem a menos a postura foi frontalmente oposta. Saindo do seu plano defensivo apenas em lances de bola parada, os argentinos no restante do tempo se seguraram como podiam no placar que favorecia sua classificação a próxima fase da Libertadores.

Sem uma pressão alucinante do Libertad que, no máximo, investia na velocidade pelas pontas em momentos mais isolados, a organização tática do Atlético Tucumán se manteve até o apito final.