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Como se não bastasse toda a situação envolvendo a “interminável” decisão da Copa Libertadores entre River Plate e Boca Juniors, antes mesmo de se saber onde ocorrerá a segunda partida da final o River Plate tem se preocupado com a situação de seu presidente, Rodolfo D’Onofrio.

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Isso porque o nome do mandatário do clube foi ligado a Héctor Guillermo Godoy, líder de uma torcida organizada do Millonario e envolvido em um esquema de venda ilegal de ingressos. Antes mesmo de toda a confusão do último sábado (24), uma apreensão de bilhetes que seriam comercializados por cambistas foi feita e totalizou 250 entradas além de uma quantia estimada em 4 mil pesos (pouco mais de R$ 400).

Em declaração dada ao canal Fox Sports da Argentina, Rodolfo garantiu que não tem qualquer tipo de relação com o torcedor citado:

“Não o conheço e posso jurar pelos meus filhos. Sei quem é pelo que os veículos contam. O que é conhecer? Nos meios de comunicação dizem que sim, mas nunca tratei com ele na minha vida.”

Recado a presidente do Boca

Em meio ao cenário onde o River aguarda a posição da Conmebol e o Boca, por meio de seu presidente Daniel Angelici, insiste na ideia de que deseja solucionar a questão via Tribunal Disciplinar, Rodolfo D’Onofrio claramente demonstrou incômodo com a postura do mandatário rival:

“No sábado, assinamos um papel para que jogássemos 24 horas depois, no domingo. Concordamos em adiar, mas, nunca pensei que, naquela noite, estávamos assinando para pedir os pontos do jogo. Angelici não honrou a palavra, o que tinha prometido. Peço encarecidamente, Angelici, vem jogar. Não somos tão bons, joguem, podem nos ganhar. Se o presidente do Boca está me escutando, venha jogar, respeite sua palavra. Pare de apresentar papéis, não invente mais nada. É preciso ter valores.”