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Foto: AP

Tradicionalmente, quando sabíamos que em um dos dois lados de qualquer cobrança ou disputa eliminatória nas cobranças de pênalti onde o consagrado ex-goleiro brasileiro Dida estivesse presente, a reação de favoritismo a equipe que contava com o arqueiro era imediata.

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Com sua fama de pegador nato de pênaltis, Dida ficou marcado positivamente em diversas oportunidades como, por exemplo, as duas defesas de pênalti no mesmo jogo diante do meia Raí contra o São Paulo pelo Brasileirão de 1999.

Ou mesmo como ocorreu na decisão da Liga dos Campeões em 2002/2003 diante da arquirrival Juventus quando Dida defendeu o Milan, defendendo as cobranças de David Trezeguet, Marcelo Zalayeta e Paolo Montero e levando a equipe rossonera a conquista da taça.

Entretanto, no dia 14 de dezembro de 2003 na cidade de Yokohama, no Japão, as coisas não correram como Dida estava acostumado em penalidades máximas.

Diante do Boca Juniors pela decisão da então chamada Copa Interncontinental (torneio que representava o que hoje é o Mundial de Clubes da FIFA), uma partida truncada, com os italianos abrindo o marcador com o dinamarquês John Dahl Tomasson e o Boca empatando o embate com Matías Donnet.

Com o resultado em 1 a 1 persistindo, chegou a decisão na marca da cal e quem acabou brilhando não foi o guarda-meta brasileiro, mas sim o hermano Roberto Abbondanzieri.

Fazendo a intervenção nas cobranças dos já experientes na época Andrea Pirlo e Alessandro Costacurta, “Pato” e a equipe de La Bombonera conseguiram superar a defesa de Dida na cobrança de Sebastián Battaglia e tiveram um decisão de protagonismo sobre o chamado “Rei dos Pênaltis”.

Confira como foram os gols e a disputa de pênaltis na final entre Boca Juniors x Milan em 2003: