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A comissão técnica da seleção do Chile, capitaneada pelo treinador colombiano Reinaldo Rueda, optou pela opção de não revelar a mídia suas escolhas na pré-lista para a Copa América que foi entregue nessa semana a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

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Entretanto, isso não evitou com que a mídia do país faça as devidas apurações com informações nos bastidores e tente ao menos especular sobre alguns nomes que, até algum tempo, eram figuras praticamente incontestáveis no plantel da Roja. Casos, por exemplo, do goleiro Claudio Bravo, do volante Marcelo Díaz, o meia Jorge Valdívia e o atacante Eduardo Vargas.

No caso dos atletas mais relacionados ao sistema defensivo, Bravo e Díaz são tratados como “cartas fora do baralho”. Se para o meio-campista conta bastante o fato de Rueda não se agradar ao estilo de jogo mesmo com a ótima temporada feita pelo mesmo com o título da Superliga Argentina com o Racing, contra o arqueiro do Manchester City (Inglaterra) conta negativamente o longo tempo de lesão e problemas de vestiário que Bravo já teve recentemente na seleção chilena.

Por sua vez, Vargas parece ter nome considerado quase que certo pensando principalmente pela quantidade de gols feitos pelo Tigres: 17 gols em 45 jogos.

Já a situação envolvendo Valdívia tem uma particularidade onde, apesar de Reinaldo Rueda fazer uma avaliação positiva do que já viu, ele prefere tomar uma decisão apenas depois do clássico do fim de semana contra a Universidad de Chile pela liga nacional no próximo domingo (19). Jogo esse que o treinador considera um teste forte o suficiente para tirar as conclusões sobre agregá-lo ou não a convocação da Copa América.