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Foto: Divulgação/The Strongest

A posição de um dos ídolos máximos que começam a carreira como técnico justamente no clube de seus amores, quando não “vinga” da maneira esperada, também cobra seu preço e o argentino naturalizado boliviano Pablo Escobar sentiu isso na pele no The Strongest.

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Na última segunda-feira (6), já quando a equipe se reunia para iniciar os treinamentos no Complexo Esportivo de Achumani, o ex-atleta do clube foi chamado pela diretoria onde, no bate-papo, foi informada a decisão de que ele não continuaria a frente do plantel principal.

Tendo assumido no fim de 2018, em sete meses de trabalho o iniciante na carreira de treinador dirigiu o clube de La Paz em 33 partidas acumulado 18 vitórias, sete empates e oito derrotas, aproveitamento em triunfos de 54,5%.

O suficiente, aliás, para que seu trabalho não fosse avaliado como positivo pela diretoria em resultados pesando a queda na Pré-Libertadores com direito a goleada sofrida no Paraguai para o Libertad (5 a 1) além do vice-campeonato nacional com cinco unidades atrás do rival e campeão Bolívar. Nem mesmo a vitória no último final de semana (a segunda em cinco jogos) contra o Nacional Potosí por 3 a 2 foi suficiente para manter Escobar no cargo em decisão que pegou até mesmo os jogadores do elenco de surpresa.

Para substituir o ídolo do torcedor Atigrado, o escolhido foi Mauricio Soria, ex-técnico do próprio The Strongest onde passou por duas vezes: junho de 2011 e março de 2012 e entre fevereiro e abril de 2016 antes de assumir a seleção da Bolívia.