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Foto: Divulgação/Conmebol

A apresentação da Seleção Brasileira no Sul-Americano Sub-20 foi, mais uma vez, abaixo da crítica. Diante do Equador na cidade de Rancagua, o duelo válido pela quarta rodada do hexagonal terminou em um morno 0 a 0.

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O Equador igualou os sete pontos do Uruguai e tem o mesmo saldo positivo de um gol, mas tem menos gols marcados. Por sua vez, o Brasil fica em quinto lugar com dois pontos ganhos, um a mais do que a Colômbia que ainda joga na rodada.

Primeiro tempo

Apontada como uma equipe desorganizada e dispersa em muitos dos jogos na competição, ao menos no aspecto da postura a Seleção demonstrou melhora nos primeiros minutos de jogo com marcação alta e a compactação que lhe permitiu anular na maioria do tempo a força ofensiva da Tri.

Contudo, o Brasil tampouco transformava essa tranquilidade defensiva em combustível para ser superior na partida em relação a chances de gol.

Isso porque os constantes erros de passe e até mesmo de movimentação faziam a partida não sair de um ritmo morno, sem trabalho para os goleiros Phelipe e Wellington Ramírez.

O zagueiro John Espinoza, depois de cobrança de falta desviada por Leonardo Campana, chegou a bater para o fundo do gol. Porém, depois da arbitragem já ter marcado posição irregular do ataque equatoriano.

Na metade final do primeiro tempo, o jogo ganhou em intensidade e em boas tramas feitas pelos dois lados, destacando-se o lado direito do ataque brasileiro e o esquerdo pelo Equador. Contudo, o 0 a 0 permaneceu até o intervalo.

Segundo tempo

O ritmo de jogo foi retomado quase que de maneira idêntica ao fim da etapa inicial com a alteração de que os equatorianos já não subiam tanto a pressão de marcar a defesa brasileira já na origem.

A Seleção seguia com extrema dificuldade de criar e abrir os espaços necessários para construir momentos de perigo no ataque. Algo que, cada vez mais, aproximava o Brasil de uma impossibilidade de chegar a uma das quatro vagas no Mundial da categoria.

Enquanto isso, o Equador se aproveitava de erros do adversário para sair em velocidade e, em ma das oportunidades, voltou a balançar as redes quando o árbitro marcava impedimento. Para desespero e intensa reclamação do artilheiro do Sul-Americano, Campana.

A Tri chegou a mandar uma bola no travessão de Phelipe em cobrança de escanteio em cabeçada de Gonzalo Plata.