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Foto: Reprodução/Mundo D

Daniel Angelici, presidente do Boca Juniors, e Rodolfo D’Onofrio, presidente do River Plate, estão na Espanha, mais precisamente na sede da Liga de Futebol Profissional, para iniciarem as audiências do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) em decorrência da reclamação feita pelo time Azul y Oro em meio a decisão da Copa Libertadores de 2018.

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Apesar da sede da entidade máxima do esporte ser na cidade de Lausanne, na Suíça, nesse caso em especial a escolha foi pelo luxuoso prédio de Murano pertencente ao órgão máximo do futebol espanhol, país onde, aliás, ocorreu a final da Liberta no último ano.

Na oportunidade, o ônibus do time Xeneize foi atacado pouco antes de adentrar o estádio Monumental de Núñez chegando a atingir alguns atletas do plantel e impedir o acontecimento do embate decisivo em solo argentino no dia 24 de novembro. Com isso, o duelo acabou sendo transferido para o Santiago Bernabéu, casa do Real Madrid, e foi vencido pelo Millonario por 3 a 1 no dia 8 de dezembro do ano passado.

Se apoiando no fato de que a responsabilidade do fato deve ser atribuída ao arquirrival, usando como exemplo a punição sofrida no fatídico episódio do gás de pimenta em La Bombonera que também atingiu jogadores na Libertadores de 2015, o Boca pede a vitória e, consequentemente, o título da competição.

Por sua vez, o River indica que a responsabilidade no caso em questão por garantir a segurança da delegação boquense pertencia ao poder público, mais precisamente, ao Ministério de Segurança. A renúncia do anterior dono do posto, Martín Ocampo, em meio a fortes críticas após o ocorrido, também é usado como elemento de defesa riverista.