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‘Semana de fogo’, boa sequência e quebra de tabu: Como chega o Peñarol para enfrentar o Flamengo

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Foto: Carl de Souza/CDS/AFP

Se o torcedor do Flamengo não vê a hora de chegar a quarta-feira (8) às 21h30 (horário de Brasília) para decidir o seu futuro na Copa Libertadores, certamente o mesmo vale para a “hinchada” do Peñarol e o peso que ganhou esse confronto após os resultados da quinta rodada do Grupo D (LDU 2 x 1 Flamengo e San José 3 x 1 Peñarol).

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Semana de fogo

Para o Manya, aliás, essa semana ganhou um caráter ainda mais especial graças a formatação da tabela também do Apertura local já que, no sábado (12), os Carboneros terão pela primeira vez na recente história do estádio Campeón del Siglo a chance de receber o arquirrival Nacional.

Pensando nesse confronto, que valerá pela Rodada 12, um amplo esquema de segurança está sendo montado para garantir a festa de torcedores das duas equipes assim como também tem sido feito pensando no embate do meio de semana.

Boa sequência

A sequência recente dos uruguaios, aliás, pode dar uma dose de ânimo aos donos da casa mesmo que alguns desses compromissos tenham sido disputados com times alternativos. Nos últimos 10 jogos, o time estabeleceu a boa marca de seis triunfos, dois empates e apenas dois reveses sendo o último deles justamente frente ao San José na altitude de Oruro.

Como consequência desses resultados, além da segunda posição na chave onde atualmente o Rubro-Negro carioca, o time dirigido por Diego López é o líder no campeonato nacional com 26 unidades, quatro a mais que o Fénix e tendo tomado apenas seis gols em 11 compromissos.

Quebra de tabu

Apesar de muitos elementos favoráveis, o histórico recente quando o assunto é Copa Libertadores da América “assombra” uma equipe que, outrora, acostumou-se a empilhar vitórias e conquistou cinco taças de Liberta.

Isso porque o clube vive com o incômod fato de que, desde o ano de 2011 quando foi finalista e caiu frente ao Santos de Neymar, Ganso e cia, sequer conseguiu chegar a um mata-mata da competição tendo disputado sem falha todas as edições. Ou seja, em sete oportunidades foram sete quedas ainda na fase de grupos.

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