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Foto: Arte Futebol Latino

Apesar dos contratempos dentro da partida, o Sol de América fez valer a maior experiência internacional e, diante do Estudiantes de Caracas na Venezuela, triunfou pelo placar de 3 a 2 na estreia da Copa Sul-Americana.

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A partida já começou tendo que enfrentar todas as dificuldades que o gramado extremamente acidentado proporcionava. Entretanto, isso não evitou com que, logo aos cinco minutos, o atacante Eric Ramírez fizesse um belo gol para os venezuelanos.

Recebendo em velocidade, o avante do Estudiantes conseguiu se livrar da marcação na base da imposição física e tocou com muita categoria por cobertura, deixando o arqueiro Agustín Silva sem reação.

O gol até poderia fazer com que o clube de Caracas se empolgasse, porém não houve tempo para isso. Com sete minutos, Isaac Díaz recebeu um belo passe dentro da grande área e, pressionado pelo goleiro Álvaro Forero, tocou de lado para Martín Giménez concluir sem dificuldades para o gol vazio.

Assustado com a reação rápida do adversário, o Estudiantes foi perdendo espaço na partida e dando condições para que o Sol de América cada vez mais impusesse sua qualidade técnica mesmo com um índice de posse de bola menor.

Depois de Víctor Velázquez em cobrança de escanteio e Isaac Díaz levarem grande perigo a meta de Forero, o time mandante só conseguiu assustar os paraguaios aos 20 minutos quando Luis Ramírez, em uma meia bicicleta, quase fez com que Silva fosse encoberto pela segunda vez no duelo.

A partida seguia com muitos espaços dados pelas duas defesas com erros de posicionamento e tempo de bola, situação que ficou clara aos 34 minutos em uma penalidade cometida por Javier Bolívar, zagueiro do Estudiantes de Caracas, em cima de Richard Franco. Na cobrança, Giménez teve calma e apenas deslocou Álvaro Forero, 2 a 1 para a equipe camarata.

Apesar das muitas faltas cometidas pelo time da Venezuela no princípio do segundo tempo, o atacante Martín Giménez teve uma grande chance de aumentar o marcador aos seis minutos. Porém, cara a cara com Forero, o jogador do Sol de América exagerou no capricho e tocou por sobre o travessão.

O segundo tempo teve uma queda com relação ao ritmo de jogo, mostrando que a limitação técnica dos caraquenhos e uma até certo ponto administração do resultado a seu favor estava prevalecendo.

Entretanto, em uma jogada bem trabalhada no ataque venezuelano, Luis Ramírez apareceu com liberdade na pequena área para tocar para o gol e deixar tudo igual no Olímpico de la UCV.

E, quando parecia que o placar estava definido, apareceu César Villagra. Depois da troca de passes ofensiva por parte do Sol de América, o atacante que entrou no lugar de Martín Giménez se viu de frente com o goleiro Forero e não teve dúvidas para fuzilar e dar números finais a partida.