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Foto: Divulgação/Twitter

Jogando em seus domínios, a equipe do Talleres foi eficiente e ganhou do São Paulo por 2 a 0 no confronto de ida da Pré-Libertadores com gols de Juan Ramírez e Tomás Pocchetino, ambos no segundo tempo.

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Agora, o time de Córdoba pode até perder por um gol de diferença que segue adiante na competição. Já o São Paulo precisa vencer por 2 a 0 para levar as penalidades ou mesmo por três gols de diferença visando conquistar a classificação na próxima etapa da Pré-Libertadores.

Primeiro tempo

Nos 15 minutos iniciais, apesar do São Paulo não sofrer a esperada intensa pressão tradicional da equipe mandante, o Talleres rondou a área brasileira com cruzamentos perigosos para o gol de Thiago Volpi.

Por sua vez, a equipe Tricolor revidou também com bola pelo alto onde, depois do desvio de Arboleda, Bruno Alves só não tocou para as redes porque a zaga argentina salvou em cima da hora no corte de Enzo Díaz.

O equilíbrio da partida foi ponto marcante no confronto onde, de fora da área, a T arriscou pelo menos em duas oportunidades com Dayro Moreno e com seu capitão e ídolo, Pablo Guiñazú.

O time são-paulino conseguiu ser mais agudo quando trocou passes curtos e explorou, principalmente, as constantes entradas no ataque de Hudson. Em uma delas, o camisa 25 iniciou a jogada onde Nenê teve chute travado em cima da hora por Díaz e, na outra, o próprio volante matou no peito e chute forte de pé esquerdo para boa defesa do goleiro Herrera.

Segundo tempo

A partida ficou em ritmo mais morno com a equipe da casa parecendo mais “ligada” na partida do que o São Paulo. E foi justamente em um lance de atenção mediante a uma falha defensiva que o Talleres pulou na frente do placar.

Após corte feito por Bruno Alves dentro da grande área, a bola sobrou para Juan Ramírez que ajeitou e acertou um belo chute no ângulo de Volpi.

Depois do tento, o cenário ficou evidenciado com o time de Córdoba retraído, apostando nos contra-ataques, e o Tricolor tentando buscar alternativas no ataque sem muito sucesso, em via de regra batendo na forte marcação adversária.

Com isso, a equipe brasileira tentava mais na base do “abafa” do que propriamente na qualidade. Para piorar o cenário, Hudson levou o segundo cartão amarelo aos 35 minutos e, consequentemente, o vermelho.

Aos 41 minutos, veio o golpe final: Depois de tabela entre Pocchetino e Palacios, o camisa 23 bateu forte, rasteiro, para dar números finais ao confronto.