Foto: Divulgação/Sul-Americana

No Equador, a Universidad Católica não tomou conhecimento do Melgar e venceu por 6 a 0. Com o placar, o time equatoriano pode perder até por cinco gols no jogo da volta que avança. Os peruanos precisam de sete gols. Em caso de repetição do placar, a vaga será decidida nos pênaltis.

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O segundo jogo entre Universidad Católica e Melgar acontece na próxima terça-feira, dia 28 de maio, em Arequipa, no Peru.

O duelo

Com a proposta de sair no contra-ataque, o Melgar foi o primeiro a levar perigo. Na velocidade de Vidales, o camisa 11 deixou Arias em ótima condição para finalizar na entrada da área. Porém, o chute saiu fraco e o goleiro defendeu sem problemas.

A resposta da Católica veio em chute de fora da área com López, que recebeu no lado esquerdo e exigiu ótima defesa de Cáceda.

Melhor em campo, a Universidad Católica abriu o placar aos 25 minutos. Após cobrança de falta, Carcelén subiu sozinho e testou para o fundo das redes, 1 a 0.

O gol deu ânimo ao time da casa que permaneceu no campo de ataque e ampliou o marcador. Em belo lançamento de Martínez, Chalá saiu na cara de Cáceda e estufou as redes, 2 a 0.

Se o cenário do Melgar já era ruim, ele ficou pior ainda aos 40 minutos. Miffilin cortou o cruzamento com o braço e o árbitro deu pênalti para a Católica. Na cobrança, Vides bateu forte no canto esquerdo e comemorou o terceiro da sua equipe.

Na etapa final o ritmo do confronto caiu drasticamente. Com o placar definido a seu favor, a Católica resolveu apertar e chegou ao quarto gol com Walter Chala. Após passe açucarado, o atacante saiu na cara de Cáceda, mas furou. A sorte foi que a perna de apoio pegou na bola e morreu no fundo das redes, 4 a 0.

Em raro momento de consciência com a bola no pé, o Melgar criou a sua primeira chance. Cuesta recebeu na grande área e tocou para Alexi Gómez, que pegou de primeira e mandou por cima do gol.

Aos 30 minutos o Melgar se complicou ainda mais no jogo. Após entrada infantil no adversário, Alexi Gómez recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos.

O quinto gol parecia questão de tempo e ele veio através de uma pintura. Em chute de fora da área, Oña, que havia acabado de entrar, acertou o ângulo, sem chances para o goleiro, 5 a 0.

No fim, a Católica soube controlar o jogo de maneira inteligente e aos gritos de ‘olé’ chegou ao sexto gol. Gustavo Cortéz tabelou com o companheiro, invadiu a grande área e soltou a bomba, 6 a 0.