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Foto: Divulgação/Seleção do Uruguai

Em apresentação consistente, o Uruguai mostrou que ter um dos lugares de favorito a conquista da Copa América não vem apenas de seu histórico de conquistas. Diante do Equador no estádio do Mineirão, os comandados de Óscar Tabárez aplicaram uma goleada por 4 a 0 que dá não só a liderança do Grupo C como ótimo saldo de gol a Celeste.

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O jogo que completa a primeira rodada do grupo, Japão e Chile, está programado para a próxima segunda-feira (17) às 20 h (horário de Brasília) e acontecerá no estádio do Morumbi.

Primeiro tempo

Inteligente para aproveitar os espaços defensivos deixados pelos equatorianos, logo com seis minutos uma bola tocada com precisão encontrou a infiltração de Nicolás Lodeiro que ajeitou com a direita e bateu cruzado de esquerda para inaugurar a contagem no Mineirão que, assim como em outros jogos da Copa América, recebeu um público apenas razoável.

Eram poucos os momentos que a Tri conseguia se desvencilhar da marcação e chegar ao plano ofensivo. Porém, mesmo nesses momentos, a bola chegava mais em condições do corte da zaga uruguaia do que finalizações que ameaçassem a meta de Fernando Muslera.

Para deixar o panorama ainda mais complicado, a arbitragem de campo sob responsabilidade do brasileiro Anderson Daronco avaliou com orientação do VAR um lance de cotovelada dada por Jose Quinteros em Lodeiro. E, depois da avaliação, ele cancelou o cartão amarelo dado inicialmente e aplicou o vermelho direto.

Com essa construção de panorama, não fica difícil deduzir que a atuação de Alexander Domínguez passou a ser bastante exigida e ele foi sensacional pegando duas bolas incríveis de Edinson Cavani, uma delas em toque de letra. Porém, aos 33, a bola vinda de escanteio foi concluída de voleio pelo atacante do PSG (França) para marcar um golaço, 2 a 0 Uruguai.

Antes do intervalo, ainda houve tempo para, com 44 minutos, Luis Suárez aproveitar escanteio cobrado por Lodeiro e desviado por Martín Cáceres para bater forte no canto esquerdo de Domínguez fazendo o terceiro da Celeste.

Segundo tempo

O modo como o jogo se desenrolava não teve nenhuma modificação profunda já que, enquanto os uruguaios seguiam sob controle amplo das ações, o Equador não se intimidava em aguardar a retomada de bola e sair nos contra-ataques para explorar a velocidade, principalmente, de Enner Valencia.

Em momentos pontuais, investidas do tipo até se ofereciam mais claramente a Tri, mas a marcação charrua logo conseguia se recompor com velocidade e organização suficientes para mitigar qualquer reação mais significativa.

Com XXX minutos, uma bola colocada dentro da área por Cavani e desviada por Gastón Pereiro acabou sendo desviada sem intenção por Arturo Mina em bola que encobriu Alexander Domínguez e resultou no quarto tento uruguaio.