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Foto: Divulgação

Jogando na cidade de Trujillo, mais precisamente no estádio Mansiche, UTC e Cerro fizeram um confronto de pouco brilho pela Copa Sul-Americana que terminou em 1 a 1.

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Como a competição possui gol qualificado de visitante como critério de desempate, basta uma igualdade por 0 a 0 que os uruguaios seguem adiante no torneio. Um novo empate por 1 a 1 levará o confronto do próximo dia 30 de abril as penalidades enquanto qualquer placar parelho por 2 ou mais tentos favirece ao clube de Cajamarca.

Primeiro tempo

Os primeiros 15 minutos foram de muita luta, porém de pouca inspiração técnica de ambas as partes. Algo que justifica o fato de que oportunidades que fizeram os goleiros trabalhar de alguma forma nesse período vieram apenas por intermédio de bolas alçadas na área.

A UTC até investia bem no seu lado direito da ofensiva quando Roberto Guizasola e Jartín Quintero faziam uma dupla de muita intensidade para chegar nas pontas, porém faltava efetividade para a finalização realmente incomodar Carlos Techera.

Por outro lado, foi justamente na potência do chute e uma “ajuda” do arqueiro Erick Delgado que a equipe de Montevidéu comemorou seu segundo tento em quatro jogos na Sul-Americana. Rodrigo Izquierdo, em batida de falta, chutou na direção do goleiro peruano, mas o mesmo tentou espalmar e viu ela entrar contra a própria meta.

Não deixando com que o ímpeto de jogar com o mando de campo baixasse, a UTC rapidamente se recuperou marcando o da igualdade um minuto depois e também explorando a bola parada. Em cobrança de escanteio, Quintero aproveitou o levantamento preciso de Guizasola e, subindo muito mais alta que a zaga cerrista, testou para baixo para estufar as redes de Techera.

Segundo tempo

Os peruanos inverteram a sua região preferencial para investir ofensivamente, chegando mais nos primeiros minutos da etapa complementar explorando a ponta esquerda. Algo que acabou não se mostrando uma medida tão efetiva como o trabalho feito pela dupla Guizasola-Quintero.

A postura do time uruguaio não era de implementar um ritmo de jogo mais ágil do que seu adversário, pelo contrário. Assim como fez diante do Bahia na fase anterior, o maior interesse da equipe dirigida por Jorge González era de explorar unicamente os contra-ataques e jogadas de bola parada.

Conforme o tempo ia passando, era notório que a questão física pesava negativamente diante dos uruguaios. Porém, da mesma forma, o nervosismo e escolhas ofensivas precipitadas da UTC faziam com que o Cerro conseguisse rebater com mais facilidade os lances e segurasse um valioso empate em solo peruano.