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Atleta hondurenho garante que ganhou aposta em batidas de falta contra Pirlo

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Foto: Divulgação

Nomes como Andrea Pirlo, Clarence Seedorf, Francesco Totti, dentre outros, sempre foram vistos mundialmente como referências na qualidade de batida na bola quando o assunto eram cobranças de falta. Todavia, o meia hondurenho Julio César de León garante que, em uma aposta, já superou todos eles no quesito eficiência.

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Em uma transmissão ao vivo que fez diretamente do seu perfil em rede social respondendo perguntas de seus fãs, “Rambo” contou uma história que teria passado na Itália ao lado não apenas de Pirlo, Seedorf e Totti, mas também de outras figuras conhecidas como o romeno Christian Chivu e também Alessandro Del Piero.

“Joguei contra Totti várias vezes, inclusive fizemos uma aposta de faltas, de cinco (batidas)… os melhores batedores de toda a Itália: Andrea Pirlo, Clarence Seedorf, Francesco Totti, Christian Chivu, da Roma e que estava junto com Totti e Alessandro Del Piero. Adivinhem quem ganhou?”, questionou em tom irônico.

A sua qualidade nas cobranças de falta, segundo disse o próprio atleta ainda em atividade aos 40 anos vestindo a camisa do CD Broncos, vieram principalmente mediante a muito treinamento: “Ficava treinando até o anoitecer, mesmo sem mirar eu já sabia onde estava o ângulo.”



Além do futebol europeu onde viveu por muitos anos na Itália defendendo diversas equipes como Reggina, Fiorentina, Genoa, Parma e Torino, Julio César criou grande identificação com o Platense, de Honduras, bem como chegou a ser companheiro de Adriano Imperador quando o brasileiro defendeu de maneira bastante fugaz o Miami United.

Vestindo a camisa da seleção hondurenha, o meio-campista fez 60 partidas, marcou 10 gols e teve como frustração confessa o fato de não ter atuado por uma Copa do Mundo com a camisa de La Sele. Em 2010, convocado para disputar o Mundial da África do Sul, Rambo foi cortado por uma lesão muscular na perna direita que o tirou de combate e motivou a uma triste declaração na época:

“Há coisas que prefiro não comentar, é melhor. A competição acabou para mim e vou embora. Quero ver meus filhos e iniciar o tratamento de recuperação. Estou morto por dentro, não tenho forças nem para chorar.”

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