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Bolívia também vive caráter de incerteza nos direitos de transmissão

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Foto: Valery Hache/AFP

Não é privilégio do futebol brasileiro na América Latina quando o assunto é o caráter de incerteza sobre o rumo que tomará a questão dos direitos de televisão. Enquanto no Brasil a polêmica também recai sobre a Medida Provisória 984, no caso boliviano existem problemas envolvendo o entendimento dos clubes, da Federação Boliviana de Futebol (FBF) com a atenta observação da atual proprietária dos direitos, a Sports Tv Rights.

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Na última semana, um dos capítulos que são melhor capazes de demonstrar a falta de direcionamento sobre o tema foi a declaração da FBF de que a última licitação, estabelecida em fevereiro desse ano, era declarada como nula em votação com apoio dos 14 clubes.

A ideia da entidade era fazer com que, via licitação, houvesse um caráter de maior transparência e controle das negociações dos direitos de transmissão. Contudo, diante da desaprovação recente das equipes, a FBF pensa em reformular os termos da disputa pré-estabelecendo um valor de 45 milhões de dólares (R$ 239,9 milhões) com a cláusula de liberação de 15% do valor já na assinatura do acordo.




No último mês de junho, o empresário que gerencia a empresa administradora do Bolívar e um dos proprietários do Inter Miami, Marcelo Claure, chegou a fazer uma oferta de 104 milhões de dólares (R$ 554,4 milhões) para adquirir os direitos pelos próximos dez anos. Contudo, apesar de sua apresentação formal da proposta, não houve avanço nas tratativas.

Nesse momento, a Sports Tv Rights segue com contrato válido até o dia 31 de dezembro de 2020, porém com a exigência de que sejam feitas pelo menso 364 partidas para arcar com os valores combinados. Caso essa quantidade não seja cumprida no ano vigente ou mesmo no próximo, existe uma multa de 13 mil dólares (R$ 69,3 mil) por cada jogo não disputado para chegar a quantidade mínima.

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