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Brasileiro formado no Grêmio aponta golpe de empresários

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Foto: Divulgação/Estoril Praia

O atacante Nícolas Careca surgiu como uma das grandes promessas da base do Grêmio.  Sem muitas oportunidades no time principal, o jovem acabou sendo emprestado para várias equipes tendo a sua primeira experiência internacional na Ucrânia, na temporada passada.

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Contudo, desde então, o sonho de jogar na Europa acabou se tornando pesadelo. Isso porque o jogador de apenas 22 anos de idade atualmente no Estoril, de Portugal, alega que tem dinheiro a receber dos antigos empresários: Danilo Machado, Vinicius Emidio e Wanderley Matias, todos integrantes da empresa Prime Sports. Mais precisamente, a quantia de R$ 120 mil.

Além de postagem na sua rede social onde detalhou os problemas que teve com os citados, Nícolas também declarou que diversas promessas foram feitas, porém não cumpridas.

“Eu fui emprestado para o Vorskla, da Ucrânia, em 2018 e tava me saindo bem na minha primeira experiência internacional, e quando estava chegando ao final da temporada, mais ou menos em março, esses empresários apareceram e me ligaram por vídeo dizendo que tinham várias propostas para trabalharem comigo. Achei bem interessante o que eles colocaram na mesa. E nisso chegou propostas muito boas da Turquia, como Denizlispor, Boluspor, com valores superiores ao que eu recebia, Chipre, dentre outras. Só que o que foi prometido quase nada foi cumprido”, disse.

Além de não repassarem o que era do atleta, os empresários acabaram perdendo toda a documentação para a cidadania italiana, algo que facilitaria seu trânsito em clubes europeus por eliminar a necessidade dele ocupar uma vaga para “extracomunitários” nos clubes do Velho Continente. Assim que Careca começou a cobrar o dinheiro devido, os empresários lhe entregaram a documentação.

“Eu tinha um dinheiro para receber deles e acabei não recebendo, cerca de 70% do que era devido. Era uma quantia que ajudaria a terminar minha casa e ajudar minha família. Só quero o que é meu por direito, e isso sem falar que eles tinham perdido toda minha documentação para dar entrada na cidadania italiana. Não fizeram, mas depois que comecei a cobrá-los, eles encontram a documentação, depois de meses dizendo que não sabiam onde estavam. Esse é um desabafo que queria fazer pois tem muita gente desonesta no mercado e tem que se precaver e sempre procurar informações sobre as pessoas para não cair em falsas promessas”, lamentou.

Dos três empresários citados, apenas Vinicius Emidio se pronunciou publicamente sobre o caso. Ao portal GaúchaZH, ele chegou a apontar que Wanderley foi o grande responsável pelo golpe, mas, pela sociedade vigente na época, reconhece que tem responsabilidade em resolver o assunto:

“Ficou uma situação desagradável. Dei confiança para o Wanderley, achei que ele ia alavancar negócios. Ele pegou os recursos do Nícolas, começou a mandar de pouco em pouco, mas teve uma hora que parou. O Wanderley disse que ia resolver, mas chegou no que acreditamos que é o limite. Falei para o jogador que vou assumir a responsabilidade, sou corresponsável. Tenho um valor para receber do Estoril, já pedi para o presidente me antecipar. Pedi paciência para o Nícolas, mas sei que ele está no direito dele. Tenho o compromisso moral de resolver e colocar um ponto final na situação.”

Nicolas tem mais dois anos de contrato com sua atual equipe que disputa a segunda divisão de Portugal. Nesta temporada, que se encerrou por conta do Covid-19, o brasileiro fez 17 jogos com três gols.

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