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Brasileiro Matheus Cunha passa por quarentena na Alemanha em hotel

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Foto: Divulgação/Hertha Berlim

Enquanto bilhões de pessoas ao redor do planeta se abrigam em suas casas mediante a necessidade de distanciamento social por conta do Covid-19, o atacante brasileiro Matheus Cunha não pode fazer o mesmo na cidade de Berlim, na Alemanha.

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Tendo concluído a negociação onde deixou o RB Leipzig para ir ao Hertha Berlim enquanto disputava o Pré-Olímpico pela Seleção Brasileira na Colômbia, Matheus mal chegou a sua nova equipe e a pandemia do novo coronavírus logo obrigou o povo alemão a aplicar medidas mais restritivas com relação a circulação de pessoas.

Com isso, em entrevista dada ao portal Globo Esporte, Matheus afirma que sequer houve tempo hábil para que ele procurasse uma casa para alugar ou até mesmo trazer todas as suas coisas de Leipzig para a capital do país:

“Ideal seria estar já em uma casa fixa. Mas como foi tudo muito rápido, ainda não consegui achar uma para alugar e ficar com a minha família. Estava na Colômbia disputando o Pré-olimpíco e de lá vim direto pra Berlim, sendo que minhas coisas estavam todas em Leipzig. Não foi fácil, mas aos poucos as coisas vão se ajustando.”



Pontuando que o mais importante por ora é pensar na saúde de todos, o avante de 20 anos de idade frisa a necessidade de seguir treinando para manter a forma física e elogiou a decisão tomada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) de adiar as Olimpíadas de Tóquio para 2021.

” Não temos que ter pressa em voltar a jogar diante de tanto medo e pânico que esse vírus traz. Estamos, sim, com saudade de jogar e da rotina diária no clube mas, sinceramente, isso fica em segundo plano agora. Treinar, treinar e treinar. Não podemos deixar o ritmo cair. Por mais que treinar em casa não tenha a mesma intensidade e resultado que um treino em um clube, temos que nos cuidar. Seja treinando e até mesmo na alimentação. Até agora sabemos que a temporada não acabou e a qualquer momento pode voltar. Temos que estar preparados”, disse.

“Foi a decisão correta a ser tomada. O mais importante agora é preservar vidas. A gente quer sempre estar em campo e jogando, mas temos que entender o momento. Vidas são mais importantes que qualquer esporte nesse momento. As autoridades tiveram bom senso”, finalizou.

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