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Brasileiro que atua em Portugal demonstra pensamento diferente de compatriota

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Foto: Divulgação/Alverca

Com os países melhorando no índice de casos de coronavírus, alguns já definiram o encerramento, outros estão estudando a data para retornar e, por enquanto, apenas a Bundesliga voltou a ocorrer normalmente. Em Portugal, a Liga NOS voltará no dia 4 de junho, mas a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decretou o fim das outras ligas.

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Contratado no meio da temporada pelo Alverca, o brasileiro Jonata estava muito bem antes da paralisação e encerramento do Campeonato de Portugal, equivalente a terceira divisão lusitana.

Em dez partidas, o atacante marcou nove gols e ajudou a equipe a conquistar seis vitórias, além de três empates e apenas uma derrota. Em seus primeiros quatro jogos pelo clube, marcou sete gols e já garantiu sua vaga no time titular.

O brasileiro, que estava no Estoril na primeira metade da temporada, ressalta o bom início no Alverca, afirmando que foi uma temporada positiva, e comemorou a rápida adaptação no clube português:

“Tive um início muito bom, consegui fazer o meu melhor em campo e ajudar a equipe com gols. Em geral, foi uma ótima temporada, tive bons números no Estoril e consegui melhorar ainda mais no Alverca. O que ajudou muito também foi a adaptação rápida. Conhecer alguns jogadores do grupo antes de chegar facilitou bastante.”

A equipe de Jonata terminou a temporada na terceira colocação e, com o encerramento, não conseguiu conquistar o acesso por quatro pontos. O atacante de 22 anos de idade formado no CRB e com passagem pelo Cruzeiro no futebol brasileiro afirma que não terminou como todos gostariam, mas lembra a necessidade desta determinação por conta da saúde dos jogadores e torcedores.

“Infelizmente não foi da forma como todos nós queríamos, mas nesse momento a luta é outra, é de toda a população e temos que respeitar as decisões tomadas por parte da federação, que pensou na saúde de todos envolvidos.”

A declaração demonstra um contraponto ao que foi dito na última semana pelo zagueiro brasileiro Lucas Áfrico, que defende o Estoril na segunda divisão do país. Isso porque, na opinião do defensor, se a liga principal teve permissão para prosseguir, as demais divisões também poderiam ter sua sequência autorizada:

“Acho que não foi uma decisão correta. Se tem condições de jogar a primeira divisão tem de haver para a segunda também. E não digo isso somente pelo fato de estarmos na briga pelo acesso, mas sim num contexto geral. Faltou consideração para com o torneio, com os clubes e com os jogadores.”

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