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Coluna do José Calil: A Copa do Mundo vai começar

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Foto: AFP

A Copa do Mundo de 2022 começa na quinta-feira para nós aqui da América do Sul. Não à toa antigamente se chamava a Copa do Mundo propriamente dita de Fase Final. Havia o entendimento de que o Mundial começa nas Eliminatórias. E ele é real.

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Pela sétima vez a competição será disputada por pontos corridos em turno e returno. Esse formato foi adotado para minimizar surpresas evitando que Brasil e Argentina sejam desclassificados. Cada equipe faz 18 jogos em nove datas FIFA, dois jogos por vez. Os quatro primeiros seguem direto para o Mundial e o quinto irá para uma repescagem. Pelo retrospecto quem fizer 27 pontos carimba o passaporte.

O Brasil surge sempre como favorito. Jamais ficou fora de uma Copa. Mas não pode relaxar. Esse tipo de disputa, onde o treinador não tem tempo de convivência com os atletas, com jogos difíceis sobrepostos, é sempre complicada. Na última edição a classificação esteve sob risco até Tite assumir. Depois o time decolou.

A Argentina viveu o caos da eliminação em 1970, perdendo para o Peru, dirigido à época pelo brasileiro Didi. Mas o formato era outro. No sistema atual sempre se classificou. E agora não deverá ser diferente. Messi e muitos dos seus companheiros não perderão a oportunidade de disputar a Copa pela última vez.

No mais é equilíbrio puro. Não há grandes favoritos nem galinhas mortas. Paraguai, Equador e Chile lutarão para voltar ao Mundial. A Colômbia quer manter o status das últimas décadas. Peru voltou à Copa na Rússia após 36 anos e batalha para se manter, sem contar, nesse início, com Paolo Guerrero, seu principal jogador. O Uruguai vive aquela chata transição de uma geração para outra, ainda contando com Suarez e Cavani. A Venezuela, de Soteldo, Otero e companhia, tenta se classificar pela primeira vez. E a Bolívia, primeiro adversário do Brasil, é o time mais fraco. Mas quando jogar em casa terá a altitude como aliada.

Prepare-se. Emoção é o que não vai faltar.

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