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Conheça a história formadora do Esther Grande de Bentin

Foto: Divulgação/Esther Grande de Bentin

Ao fundar o Sporting Cristal, Ricardo BentinMujica e Esther Grande de Bentin deixaram um legado inestimável para o futebol do Peru, deixando uma sensação nostálgica a seus fãs. O “gostinho de quero mais” é o mesmo quando aproveitamos um bônus YoYoCasino, que traz um misto de novidades e descobertas constantes a seus adeptos.Em 1954, Ricardo adquiriu a companhia Backus & Johnston Brewery e assim a direção da empresa assumiu o controle do Sporting Tabaco na tentativa de salvar o mesmo da falência. Anos depois, o clube “cervecero” cresceu ao ponto de se tornar um dos três grandes do futebol peruano e hoje ocupa o terceiro lugar como o maior campeão nacional com 19 títulos conquistados.

Inspirada pelo trabalho realizado pela família no passado, Catalina Bentin Grande, filha de Esther e Ricardo, criou uma instituição sem fins lucrativos em 2005 e assim nasceu o Club Esther Grande de Bentin, para honrar o nome da família. De acordo com o próprio clube, a sua missão é promover a formação integral de crianças e adolescentes ao desenvolver suas habilidades físicas, emocionais, intelectuais e sociais através do futebol.

Com o objetivo de se tornar uma instituição modelo reconhecida nacional e internacionalmente, o EGB deseja formar cidadãos para a sociedade de uma forma positiva. É através dos treinamentos criados de forma estruturada que os jovens são levados a interagir de forma sócio afetiva, criativa e cognitiva e a família Bentin teve uma grande influência na metodologia, já que exigiram que os treinadores cuidem não só dos treinamentos, mas também da metodologia do clube. Nesse ponto, em relação à formação, o clube superou gigantes como o Alianza Lima, o Universitário e o próprio Sporting Cristal e revelou atletas como Renato Tapia, Luis Advíncula e André Carrillo, todos com passagens pela seleção principal do Peru.

Sem almejar a Primera División, o principal campeonato do Peru, por questões burocráticas, o objetivo do EGB sempre foi trabalhar com crianças na formação. Para haver uma evolução maior e dar a oportunidade aos jogadores buscaremo profissionalismo, o clube partiu para os convênios com equipes que não possuíam uma categoria de base adequada, sempre priorizando a linha de trabalho que já era realizada. No final de 2019, a categoria 2003 foi campeã da Liga Peruana de Campeones e o trabalho de desenvolvimento segue forte mesmo depois de uma decepção em sua história. Em 2018,o Esther Grande de Bentin sofreu um baque e o que parecia promissor acabou se tornando num pesadelo ao realizarem uma parceria com o Sport Boys. Um desacordo entre as duas equipes sobre o pagamento mensal de 30 mil dólares acabou criando uma dívida impossível de ser sanada por parte do EGB e, depois que o Sport Boys rompeu o acordo de forma unilateral, o clube teve que encerrar temporariamente suas atividades como consequência de um plano que tinha como base tornar o clube “rosado” referência na formação e jogadores ao importar todo o conhecimento do Esther Grande de Bentin.

Entretanto, o Alianza Lima tratou de realizar um acordo com o EGB ano seguinte para dar um desfecho mais justo ao time formador. Uma das maiores equipes peruanas e efetuou reformas nas instalações e firmou uma parceria de dois anos para utilizar o complexo desportivo como centro de treinamentos, enquanto o Esther Grande de Bentin segue com a possibilidade de encaminhar a carreira de seus jogadores para um grande centro nacional. Hoje, a equipe pôde voltar a sonhar e é capaz de dar um futuro melhor para seus jovens atletas.

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