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Diretoria do Olimpia se contradiz sobre permanência de Adebayor

Foto: Divulgação

O fato do atacante togolês Emmanuel Adebayor ser contratado pelo Olimpia justamente no ano da paralisação das atividades por conta da pandemia do novo coronavírus tem sido um tema que rende posições diversas mesmo dentro da cúpula diretiva do Decano.

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Isso porque, na última segunda-feira (6), o vice-presidente Pedro Balotta falou com o programa de rádio Cardinal Deportivo, veiculado na emissora 730 AM, em tom bastante pessimista sobre o tema. Alegando que, mediante ao cenário somente de competições locais, os custos da contratação não seriam devidamente arcados com a redução de receita.

“É complicado continuar com ele, principalmente pelo que representa no custo. Queremos tudo bem alinhado. Nessas condições é difícil manter o contrato. Adebayor não é necessário para torneios locais, veio para ser um reforço na Copa Libertadores, não teria sentido a sua contrariedade para um torneio local. Temos um plantel muito caro, custoso e também temos o problema das arrecadações baixas ou mesmo diretamente não ter arrecadação. Praticamente é meio ano perdido. A maior receita, apesar dos patrocinadores, está nas arrecadações. principalmente das partidas internacionais”, relatou Balotta.

Por outro lado, o presidente Marco Trovato falou sobre a situação de maneira absolutamente oposta ao vice do clube de Assunção. Isso porque, para ele, não existe motivo para temer uma possível saída do avante.



“Creio que Pedro (Balotta) não se fez entender. Emmanuel foi um investimento muito grande do clube para tê-lo na Copa Libertadores (…) mas estamos confiantes que vai voltar. Falei com ele ontem (segunda-feira, 6). Estava me contando sobre a sua experiência na África, o que está passando lá. Se colocou a nossa disposição, do que precisarmos. Temos um contrato com ele assim como com outros jogadores”, assegurou o presidente do Olimpia.

Nesse momento, Adebayor está próximo da família no continente africano em viagem onde acabou passando pelo contratempo de ficar preso no Benin mediante as medidas de quarentena do Covid-19.

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