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Dirigente do Barcelona descarta privilégio a Messi em redução salarial

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Foto: Josep Lago/AFP

Afetado tanto pelos efeitos da pandemia do novo coronavírus como também por problemas de administrações recentes, o Barcelona se vê em posição até pouco tempo inimaginável de trabalhar a ideia de reduzir a atual folha salarial.

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Com o tema sendo tratado em paralelo ao caráter de indecisão sobre a continuidade ou não de Lionel Messi após o fim de seu contrato em junho de 2021 (podendo assinar um pré-acordo com outro clube já no próximo mês de janeiro), o presidente interino, Carles Tusquets, foi questionado se o argentino teria algum tipo de “tratamento especial” no assunto do reajuste. E o cartola foi bastante direto durante entrevista coletiva:

“Nós não podemos fazer algo sob medida apenas para ele. Nós podemos criar estruturas diferentes para casos semelhantes, mas não podemos costurar acordos sob medidas para indivíduos. A nossa intenção é de resolver esta questão com toda a equipe e os nossos empregados, e vamos fazer todo o possível para garantir que todos fiquem satisfeitos. Não vamos entrar em questões específicas sobre o Messi, uma vez que precisamos fechar as negociações antes. O que posso dizer é que há uma boa vontade do Messi e de seus representantes.”

Além de abordar as reduções salariais pensando no cenário abrangendo todo o plantel e funcionários do Barça, Tusquets informou que a ideia da atual gestão é convocar eleições para o período próximo ao Natal e que, atualmente, o clube precisa administrar um prejuízo na casa dos 300 milhões de euros (R$ 1,9 bilhão).



“Acho que podemos chegar a um acerto (salarial). Na minha opinião, existe uma boa vontade para que isso aconteça. Nós não queremos tirar dinheiro de ninguém, e sim ajustar os salários para que possamos pagá-los quando for possível. Esta é a solução que nós acreditamos ser a mais viável em meio a estas circunstâncias. Não existe razão para escondermos o fato de que o Barcelona tem a maior folha de pagamento da Europa, mas eu gosto de olhar para o futuro e hoje estava com (Ramón) Planes (diretor esportivo), Koeman e (Òscar) Grau (diretor-geral) e os parabenizei pela coragem de apostar nos jovens jogadores. Não são muitos os que têm esta coragem. Estamos no topo do ranking em termos de gastos salariais, que ocupa cerca de 70% de todo o orçamento do clube. E isso é muita coisa, mas estamos trabalhando nesta questão”, destrinchou.

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