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Dois campeões da Libertadores dão conselhos para conquistar a competição

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Foto: Divulgação/Conmebol

A conquista de uma taça como a Copa Libertadores, para atletas ou conhecedores da história do futebol sul-americano, é uma glória que fica marcada para sempre na memória de maneira muito honrosa. Algo que o argentino Miguel Ángel Russo e o colombiano Reinaldo Rueda conhecem por experiência própria quando dirigiram o Boca Juniors em 2007 e o Atlético Nacional em 2016, respectivamente.

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Por isso, ambos foram chamados pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) para darem o seu testemunho sobre a competição no que foi chamado de Encontro Digital Conmebol.

Questionados sobre o conselho principal que tinham pensando na conquista, ambos seguiram linhas ligeiramente diferentes. Enquanto Russo priorizou o crescimento gradual no torneio, Rueda apontou o estabelecimento fixo da meta logo no primeiro momento.

“O primeiro dia é fundamental. Colocar uma meta alta e mentalizar em consegui-la baseado em uma boa preparação e que haja uma boa sinergia e comunhão da equipe com o sonho de ganhá-la, me parece que aí está a chave”, disse o ex-treinador do Flamengo atualmente no comando da seleção chilena.

“Não há um segredo para ganhar a Libertadores. É o planejamento desde o primeiro dia e ir crescendo cada vez que vai avançando na competição. O mental é sempre a chave”, pontuou o técnico que voltou ao Boca em janeiro desse ano.

Ambos concordaram que os novos treinadores precisam sempre alimentar a paixão pela profissão além de ressaltarem que o acompanhamento constante na formação dos atletas (com destaque no aspecto psicológico e a pressão pela evolução na carreira altamente competitiva) necessitam de atenção especial.

“As transições são duras. O jogador vai subindo, vai escalando de categoria e a exigência é cada vez mais dura, por isso é importante o acompanhamento a esse jogador porque nem todos chegam a ser profissionais”, frisou Miguel Ángel Russo.

“A formação integral de um jogador deve começar desde o institucional, que possa contar com um suporte, protocolo de trabalho e tecnologia. É importante o aspecto psicológico, a formação de valores, na parte emocional e na parte médica”, avaliou Reinaldo Rueda.

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