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Esquadrões Libertadores: 1969 – Estudiantes mantém a hegemonia da América

Em torneio esvaziado sem argentinos e brasileiros, o time de La Plata faturou o bicampeonato continental
Em torneio esvaziado sem argentinos e brasileiros, o time de La Plata faturou o bicampeonato continental

Nesta quinta-feira, o Futebol Latino dá sequência ao especial ‘Esquadrões da Libertadores’. No episódio de hoje, nós vamos relembrar o bicampeonato do Estudiantes de La Plata, que manteve a sua hegemonia na América do Sul.

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Na edição de 1969, Argentina e Brasil, duas forças do continente, entraram em conflito com a Conmebol devido a e não enviaram representantes na competição. Apenas o Estudiantes, por ostentar o título, acabou participando e representando o futebol albiceleste.

Com a mesma base que fez sucesso no ano anterior, o time de La Plata só entrou na Libertadores na fase semifinal, quando encarou a Universidad Católica. Superior ao rival, o Estudiantes avançou sem maiores problemas, com triunfos dentro e fora de casa.

Na decisão o adversário foi o Nacional, do Uruguai, que havia deixado o Peñarol pelo caminho e tentava o inédito título continental. Na ida, o Estudiantes venceu em Montevidéu e jogou por um simples empate na volta. Apoiado pela torcida, Eduardo Flores e Marcos Conigliaro sacramentaram o bicampeonato.

Campanha

Semifinal
Universidad Católica 1 x 3 Estudiantes
Estudiantes 3 x 1 Universidad Católica

Final
Nacional 0 x 1 Estudiantes
Estudiantes 2 x 0 Nacional
Time-Base: Alberto Poletti; Óscar Malbernat, Raúl Madero, Aguirre Suárez, Marcos Conigliaro, Carlos Pachamé, Carlos Bilardo, Néstor Togneri, Juan Ramón Verón, Eduardo Flores e Chiristian Rudzki. Técnico: Osvaldo Zubeldía.