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Ex-Atlético-MG relembra trágica morte do irmão e promessa feita a si mesmo

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Foto: Divulgação

Se durante a carreira como atleta o hoje ex-jogador equatoriano Édison Méndez teve muitas alegrias e honrarias como os 112 jogos e 18 gols pela seleção local além de ser pioneiro entre atletas do Equador a jogar a Liga dos Campeões da Europa, a sua infância carrega uma lembrança trágica.

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Méndez, que passou rapidamente pelo futebol brasileiro em 2010 vestindo a camisa do Atlético-MG, falou de maneira aberta a rádio Play FM, de Guayaquil, a história triste onde ele e seu irmão estavam jogando bola quando um atropelamento ceifou a vida do irmão.

Desde então, ele se certificou de que essa não seria a lembrança principal que o futebol lhe agregaria a vida, quase que em um processo de “compensação”:

“Quando eu tinha seis anos, um carro atropelou a mim e matou meu irmão, somente porque fomos pegar uma bola na rua. Desde então, disse que o futebol tinha que me dar algo.”

Comentando sobre a seleção equatoriana, o ex-jogador saiu em defesa do criticado ex-técnico Hernán Gómez e também opinou sobre a chegada de Jordi Cruyff. Por seu passado no futebol holandês defendendo o PSV, Méndez agregou que, inclusive, chegou a fazer perguntas para outros treinadores do país sobre o estilo de trabalho do filho do lendário ex-jogador e técnico Johan Cruyff.

“Estou de acordo com Bolillo, para a última Copa América não tínhamos seleção. Ele tentou voltar para armar uma equipe, o grupo estava feliz com o professor, o que aconteceu foi que os diretores não queriam ele”, assegura Méndez.

“Falei com muitos técnicos holandeses e lá existem muitas referências boas de Cruyff. Aqui temos de apoiá-lo e dar-lhe a oportunidade de trabalhar. Seguramente, ele já deve ter analisado o que ele quer para a sua equipe”, acrescentou.

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