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Keylor Navas, Bryan Ruíz e Celso Borges foram apontados como formadores de um "complô" em 2014 para derrubar o técnico da seleção da Costa Rica na época

A sequência recente de resultados obtidos pela seleção da Costa Rica não é nada boa. E, para deixar o clima ainda mais complicado pelos lados dos Ticos à beira de amistosos de datas FIFA, uma declaração dada pelo ex-dirigente costarricense Adrián Gutiérrez deve abalar ainda mais as estruturas.

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Enquanto estava sendo entrevistado pelo programa 120 Minutos na emissora de TV Repretel 11, Gutiérrez afirmou que houve uma reunião entre o goleiro Keylor Navas (Real Madrid), o meia Bryan Ruiz (Santos) e o atacante Celso Borges (Goztepe, da Turquia) com dois mandatários da seleção logo após a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, pedindo a imediata saída do técnico José Luis Pinto.

O cartola, que disse que não participou da dita reunião e “só estava reproduzindo o que foi passado por seus colegas”, ainda citou que os atletas insinuaram que seria possível a perda de jogos intencionalmente para forçar uma situação de demissão do treinador:

“Celso, Bryan e Keylor se reuniram com Eduardo (Li, ex-presidente da Federação Costarricense de Futebol que foi banido do esporte por corrupção em 2017 no caso Fifagate) e Rodolfo (Villalobos, atual mandatário da Federação local e na época vice-presidente) e lhes disseram: ‘Nós com Pinto não vamos mais. Se vocês o colocarem, somos capazes de perder uma, duas, três quatro, cinco partidas para que vocês o tirem.”

Adrián Gutiérrez acrescentou que o clima entre atletas e treinador já era bem ruim durante a disputa do Mundial no Brasil, algo que confirma rumores surgidos à época. Mesmo assim, a equipe caribenha fez história e chegou a uma inédita fase de quartas de final caindo nas penalidades para a Holanda.

Fato é que Jorge Luis Pinto deixou o comando técnico da Costa Rica logo depois da Copa do Mundo de 2014 e, atualmente, é técnico da seleção de Honduras.

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