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Ex-goleiro do Barcelona de Guayaquil relembra de bastidores após eliminar o Palmeiras na Libertadores

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Foto: AFP

O ano de 2017 foi mágico para o Barcelona de Guayaquil. Sob o comando de Guillermo Almada, o time equatoriano chegou a semifinal da Libertadores da América, onde caiu diante do Grêmio, que se tornaria campeão continental daquela temporada.



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O primeiro desafio do mata-mata foi contra o Palmeiras, que chegava a Libertadores com o status de atual campeão do Brasil. Após vencer o primeiro jogo por 1 a 0, o time equatoriano viu o Verdão devolver o placar e a vaga foi decidida nos pênaltis.

Na marca da cal, a estrela do goleiro Máximo Banguera brilhou ao defender duas cobranças (Bruno Henrique e Egídio). Além disso, ele salvou a pele de Damián Diáz, que parou em defesa de Jaílson na última cobrança antes das alternadas.

Quase três anos depois daquela noite no Allianz Parque, Banguera conversou com a Rádio Huancavilca e relembrou o diálogo com o ex-companheiro após a cobrança de pênaltis.

“Quando confirmou a nossa classificação nos abraçamos. O acalmei e disse a ele que era apenas um gesto de agradecimento, pois ele havia me salvado diversas vezes com a sua qualidade na linha. Sendo assim, nada mais justo que o retribuir, ainda mais na Libertadores”, declarou.

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