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Ex-preparador físico do Boca “cutuca” Felipão e Marcelo Gallardo

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Foto: Divulgação/Boca Juniors

Um dos nomes mais famosos dentro da comissão técnica de Carlos Bianchi quando o treinador esteve no Boca Juniors foi o preparador físico Julio Santella. Não à toa, inclusive, uma das instalações do Centro de Treinamento do clube leva seu nome.

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E, em entrevista ao portal Olé, Julio relembrou o início dos anos 2000 e o aspecto motivacional que envolveu a decisão da Libertadores de 2000 vencida diante do Palmeiras no Morumbi. No próximo domingo (21), a partida completa duas décadas de suas realização.

Na época, uma declaração que o técnico do time brasileiro na oportunidade (Luiz Felipe Scolari) teria dado ao diário argentino La Nación afirmando que “já se sentiam campeões” havia servido de combustível adicional ao plantel Xeneize. Algo que, aliás, Santella não admite as posteriores negações feitas pela mídia brasileira sobre a fatídica declaração:

“Carlos tinha essas coisas (motivacionais) que surpreendiam os jogadores e faziam eles saírem que nem loucos para entrar no gramado. Tratava de dar um golpe psicológico. Ele dava a sensação de tranquilidade… íamos jogar no Brasil, eles tinham empatado em nossa casa e ele não ficava nervoso. Estava convencido de que era possível sermos campeões. Que Scolari não minta, que ele disse algo, ele disse. E Carlos pescou. Disse em um diário regional, não sei, mas disse. São recursos que se usam a favor. Carlos usava para gerar uma reação favorável.”

Mediante ao sucesso da última década obtida por Marcelo Gallardo à frente do comando técnico do River Plate, comparações sobre a era do técnico do arquirrival do Boca com Bianchi surgem a todo momento. Algo que, na visão de Santella, não cabe também pelo aspecto de serem tempos distintos.



Além disso, o ex-preparador físico do Boca mencionou que Muñeco ainda precisa demonstrar suas qualidades em outro clube como fez Bianchi ao se destacar no cenário nacional e sul-americano antes da chegada ao Azul y Oro treinando o Vélez Sarsfield.

“As comparações de coisas que se dão em diferentes momentos da história não são muito convenientes. Não é comparável, mas insistem… eu não opino, só reflito: É provável que as pessoas gostem mais da equipe de Gallardo do que de Bianchi, mas ele não é Bianchi. O que podemos comparar? Eu não sei o que acontece com as pessoas, estão ficando loucas”, disse Julio Santella.

“O que fez Gallardo é extraordinário, mas no River. E em outro lugar? Não existe? Bianchi com o Vélez foi campeão argentino, da Libertadores e ganhou a final do Mundial talvez contra o melhor Milan da história. Tenhamos racionalidade, não vamos mentir para as pessoas. Quando Gallardo for para um Vélez ou similar, aí vamos dizer ‘Ah, m…, esse era bom de verdade, foi campeão em todo lugar, ganhou de 4 a 0 do Barcelona e ganhou a Copa do Mundo'”, encerrou.

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