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Exclusivo! Mateus Gonçalves faz sucesso no Paraguai e conversa com FL

Foto: Divulgação/Cerro Porteño

Aos 26 anos, Mateus Gonçalves vive um momento diferente na carreira. Após se destacar com a camisa do Ceará, ele recebeu o convite para defender o Cerro Porteño e aceitou o desafio de atuar no time mais popular do Paraguai.

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Em sua primeira temporada no futebol paraguaio, Mateus rapidamente ganhou espaço no time e chama a atenção pela velocidade com a bola nos pés.

Rápido e habilidoso, o brasileiro rapidamente ganhou espaço com o técnico Arce e é um dos jogadores mais queridos pela torcida.

No último fim de semana, em jogo que estava complicado diante do 12 de Octubre para o Cerro, Mateus Gonçalves foi a peça de salvação do Ciclón e anotou o gol da vitória, consequentemente o primeiro com a camisa do clube paraguaio.

Diante do bom desempenho dentro das quatro linhas, Mateus Gonçalves atendeu a reportagem do Futebol Latino e contou um pouco de como chegou ao Cerro e a sua vida no Paraguai.

Além disso, o atacante também falou sobre o Ceará, o seu clube antes de vestir o manto do Cerro. Confira:

Futebol Latino: Como surgiu o convite do Cerro Porteño?

Mateus Gonçalves: O Cerro já tinha demonstrado interesse no meu futebol um tempo antes de eu ser contratado. Eles conversaram com o Ceará e chegamos a um acordo para a transferência ser boa para todos. Para mim foi uma oportunidade de voltar a atuar num país que eu domino o idioma também, além de crescer ainda mais no futebol.

FL: Quais as principais diferenças entre o Brasileirão e Paraguaio?

M.G: O Campeonato Paraguaio tem um estilo de jogo mais físico, com mais faltas e partidas mais truncadas. Acaba sendo um pouco mais lento do que o Brasileirão, que tem um ritmo rápido e mais tático. Cada competição tem seus lados positivos e negativos, mas se sinto bem adaptado e trabalhando pelo meu espaço.

FL: Característica do trabalho de Arce?

M.G: O Arce é um treinador muito bom e que tem como característica tentar extrair sempre o melhor de cada um dos atletas. Temos liberdade para ir até ele e conversarmos sobre a parte tática da equipe, além de uma questãozona o que precisamos melhorar. É um treinador muito qualificado e disposto a ajudar.

FL: Rival mais difícil que já enfrentou no Campeonato Paraguaio?

M.G: Acho que o Olimpia por se tratar de um clássico aqui no Paraguai e o Nacional, onde fizemos um jogo bem difícil. Eles também têm jogadores muito qualificados e nós estamos montando o time ideal.

FL: Quem é o seu principal parceiro de “resenha” no Cerro? Como é a sua rotina no Paraguai (vida fora do campo)

M.G: Meu maior parceiro no time é o Jean. Por sermos os dois brasileiros da equipe e termos a mesma cultura, acaba sendo mais fácil a resenha. Minha vida fora de campo se resume a minha família e dar atenção para a minha esposa e minha filha. Ficamos muito em casa juntos vendo filmes e outras coisas. Todo tempo livre que tenho procuro passar com elas.

FL: Acompanha o Ceará? A torcida manda mensagem? Qual é a sua relação com o clube atualmente?

M.G: Acompanho sim sempre que possível. A a torcida manda mensagens relembrando os bons momentos que passei por lá. É um clube que fez muito por mim e ficou marcado na minha vida, sempre terei um carinho muito grande. Mesmo longe sigo torcendo pelo time e pelos amigos que deixei por lá.

FL: Já recebeu proposta para voltar ao Brasil?

M.G: Sondagens sempre existem, mas prefiro focar aqui no Cerro e fazer um bom trabalho desempenhando meu futebol da melhor maneira. Quero poder escrever meu nome na história do clube e ajudar sempre.

FL: Onde você encontrou mais dificuldade para envolver o seu jogo: México ou Paraguai?

M.G: Cada um dos lugares tem suas dificuldades, mas acredito que no México foi mais difícil, pois ainda era muito novo e não tinha a maturidade que tenho hoje. Agora já consegui entender melhor as dificuldades de atuar fora do Brasil e de me adaptar às circunstâncias. Estou feliz no lugar que cheguei hoje.

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