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Exorcizado: Brasil, nos pênaltis, tira o Paraguai da Copa América

Albirroja havia sido responsável por duas das três últimas eliminações da Seleção do Brasil na Copa América, ambas na marca da cal
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Se existia qualquer “fantasma” em volta do Brasil enfrentando o Paraguai pela Copa América nas quartas de final, certamente a noite dessa quinta-feira (27) acabou com a escrita. Depois de martelar sem sucesso no tempo normal, a Seleção conseguiu se classificar a semifinal da competição via penalidades máximas.

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Primeiro tempo

O início de jogo, além do clima das arquibancadas, pareceu favorável também a Seleção Brasileira dentro das quatro linhas. Com uma movimentação fluida e tentando quebrar o sistema de marcação paraguaio, Firmino recebeu com condições de bater e o fez para uma boa defesa de Gatito Fernández.

Apostando nas saídas em velocidade, o time guaraní até tentava acionar Miguel Almirón e Derlis González tentando surpreender a marcação dos anfitriões. Porém, em meio a compactação que era bem feita pela defesa da Seleção, não sobravam muitos espaços.

Depois dos 25 minutos, aos poucos o time paraguaio começou a ter mais “ousadia” na partida e, depois de subir a linha de marcação e forçar o Brasil a cometer mais erros defensivos, criou aquela que se tornaria a jogada mais aguda de gol do confronto até a etapa inicial.

Após linda bola invertida por Santiago Arzamendia em direção a grande área brasileira, Derlis matou no peito e encheu o pé para complicada defesa de Alisson.

Segundo tempo

Depois de um início tentando acelerar o ritmo com toque mais rápidos, aos nove minutos o zagueiro Balbuena, ex-Corinthians, derrubou Firmino e a arbitragem do chileno Roberto Tobar inicialmente marcou pênalti.

Porém, na revisão feita com o auxílio do Árbitro de Vídeo, o mesmo voltou atrás e apontou falta fora da área e expulsou o camisa 4 do Paraguai em batida onde Gatito se esticou todo e tocou com a ponta dos dedos o chute forte, rasteiro de Daniel Alves.

Com esse panorama, o volume de jogo foi absolutamente todo voltado para o Brasil atacando e a equipe de Eduardo Berizzo fechando os espaços a todo custo com extrema dedicação física e tática.

A carga emocional foi aumentando a medida que o tempo passava, fazendo com que o clima na Arena Grêmio ficasse repleto de tensão em eliminatória que, com o 0 a 0, ia se encaminhando as penalidades com direito a uma defesa espetacular de Gatito em cabeçada após escanteio e também com chute de fora da área dado por Willian que explodiu na trave esquerda. Algo que, efetivamente, aconteceu.

Entretanto, diferente do ocorrido em 2011 e 2015, dessa vez as cobranças de pênaltis favoreceram o time brasileiro. Se Roberto Firmino desperdiçou sua cobrança para a Seleção, Gustavo Gómez e Derlis González não converteram suas batidas e o time da casa carimbou vaga nas semifinais.

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