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Gol emocionante do Boca Juniors na Libertadores completa 20 anos

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Foto: Reprodução/YouTube

No dia 7 de junho de 2000, o Boca Juniors vivia uma partida de suma importância para que a imagem de clube com poderio continental digno de respeito pelos semelhantes da América do Sul pudesse ser devidamente construída. Da cabeça de Walter Samuel, o Xeneize marcava o gol que deu a vaga na decisão da Copa Libertadores frente ao América no Estádio Azteca, no México.

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Na oportunidade, o Boca tinha dois títulos continentais conquistados, mas viu “conterrâneos” como River Plate, Vélez Sarsfield, Argentinos Juniors e Independiente levantarem a honraria e deixar sua lembrança de sentir esse gosto cada vez mais distante. Logo, a campanha que construiu até a semifinal contra os mexicanos dava um ânimo extra na esperança do torcedor Azul y Oro. Potencializada, obviamente, pela eliminação na fase anterior do eterno rival, o River.

A vitória acachapante por 4 a 1 em La Bombonera deixaram os comandados de Carlos Bianchi tão confortáveis quanto preocupados ao perceberem o que ocorreria na partida decisiva na Cidade do México.

O atacante José Luis Calderón (aos 11 do primeiro tempo e aos 23 da etapa complementar) além de Fabián Estay abriram um 3 a 0 que, além de inflar o torcedor das Águilas, deixou a semi encaminhada para as penalidades onde o aspecto anímico era totalmente favoráveis para a classificação do América.

Porém, aos 38 minutos já do segundo tempo, uma cobrança de escanteio executada no lado direito do ataque foi direto na cabeça de Samuel que, com precisão invejável, mandou no ângulo oposto do arqueiro Christian Martínez. Festa de todo a delegação argentina e sensação de incredulidade no Azteca que, até então, pulsava de empolgação.

Depois disso, o time do “professor” Bianchi não apenas derrubaria o então campeão Palmeiras na decisão da Liberta como também bateria o Real Madrid no Japão por 2 a 1.

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