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Gringos no Brasil: Molina, técnica e raça transformadas em idolatria no Santos

Duas temporadas foram suficientes para que o bom desempenho em campo, aliado à uma vontade enorme de jogar, fizessem do colombiano ídolo no Peixe

*Por Mônica Alvernaz

Conhecido por ser um clube que acumula ídolos de peso, como Pelé e Neymar, o Santos estende essa admiração para aqueles que vem de outro país. Como foi o caso de Mauricio Molina, um colombiano que deixou seu nome na história do Peixe.

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Atacante mexicano é citado como possível substituto de Neymar

Quando Molina chegou ao Santos, em 2008, o clube vivia um monte delicado. Mal no Brasileirão, o Peixe brigou até o final para não saber rebaixado. Apesar disso, o colombiano dava ao clube raros momentos de felicidade na ocasião.

Tanto é que numa partida pela Libertadores, que garantiu o Santos nas oitavas de final do torneio, o colombiano foi destaque pela raça demonstrada em campo. Após machucar o nariz, voltar ainda com sangue para o campo e comemorar a classificação após a vitória de 2 a 1 sobre o Cucuta.

Ao todo, o colombiano vestiu a camisa do Santos em quase 70 partidas e deixou sua marca em 16 oportunidades. Prova de que Molina entrou para o hall de ídolos do Peixe é que, não raramente, algum torcedor se manifestava pelas redes sociais pedindo o retorno do jogador ao clube.

Ele deixou o Peixe em 2009, rumo à Ásia, por onde atuou durante sete temporadas, sendo as duas primeiras no Seongnam IC e as demais pelo FC Seoul. Na época com 37 anos, o meia optou por retornar ao seu país natal e defender as cores do clube de seu coração: o Independiente Medellín.

Mesmo na Colômbia e com a idade já mais avançada para atuar nos gramados, Molina seguia aparecendo nos sonhos da torcida santista, que vez ou outra pedia o retorno do jogador ao clube.

Uma vez, em entrevista para o Lance!, Molina chegou a falar sobre tais pedidos, mas, já na ocasião, descartava um possível retorno ao Brasil. “Sempre recebo mensagens pelo Instagram ou Twitter de torcedores do Santos pedindo para eu voltar, mas acho que já não dá mais. Eu voltei para a Colômbia para encerrar minha carreira aqui, tranquilo. Sei que é muito difícil um clube contratar um jogador com a minha idade. Mas fico muito agradecido com o carinho, deixei minha marca no Santos, tenho boas lembranças, e isso é muito legal”.

O que ele adiantou na época, de fato aconteceu: ao final do ano de 2017, Molina anunciou a decisão da aposentadoria e pendurou as chuteiras em definitivo. Embora não tenha conquistado nenhum título pelo Peixe, não há dúvidas de que sempre que for citado fatores como técnica e raça, o colombiano será lembrado pela torcida santista, que mantém até hoje o carinho pelo jogador.

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