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Inter, amadurecimento e futebol europeu: Guga fala com o FL

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Foto: Riccardo Di Biase/Divulgação/US Fasano

A história de atletas brasileiros que, diante do pouco espaço no futebol rumam para a Europa e estruturam sua carreira profissional por lá, não é algo inédito. E, para Lucas Dambros da Silva, esse foi o caminho escolhido após a formação ter se baseado em grande parte no Internacional.

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Entretanto, se você não está reconhecendo o jogador pelo seu nome completo, não se preocupe. Isso porque a popularização no meio do futebol do atleta hoje no Fasano (Itália) e que tem 24 anos de idade se deu por um apelido de boas lembranças para outra modalidade no Brasil: Guga.

“O apelido Guga veio de uma necessidade, na verdade. Quando eu cheguei no Internacional tinham oito garotos com o nome Lucas e todos eles tinham apelidos. Então me perguntaram como eles poderiam me chamar para me diferenciar dos demais. Desde pequeno o meu tio me chamava de Guga, por eu ser parecido com o Gustavo Kuerten, e foi o que eu pensei e usei no momento. O apelido pegou por conta do tempo que eu fiquei no clube, foram oito anos, e no meio do futebol fiquei conhecido por esse nome e não consegui mudar depois. Eu comecei a jogar com nove anos o futebol de campo. Já tinha atuando no futsal, e no Brasil você começa cedo a buscar um espaço nesse esporte”, afirmou em entrevista exclusiva ao Futebol Latino.

Desde 2015, Guga atua no Velho Continente onde já defendeu o Djursland, na Dinamarca, além de Trapani (já no futebol italiano) e FC Messina antes de chegar a sua atual equipe. Essa trajetória, aliás, ele coloca como de grande importância para sua evolução pessoal e profissional em vários aspectos.

“Com certeza eu vejo diferenças do Lucas da atualidade com o que saiu do Brasil há anos atrás. Por todos os lugares onde eu passo, acabo absorvendo o estilo de jogo, a tática, a técnica e as diferenças de jogo em cada time ou país. Acredito que isso tenha agregado muito, lá na Dinamarca um futebol mais físico e aqui na Itália é um futebol mais tático com um pouco de físico. Isso acaba sendo diferente e uma forma boa para agregar experiência e faz com que você se torne um jogador completo com o passar dos anos”, destacou.

Confira outros pontos da entrevista exclusiva com Guga

Noções táticas do futebol italiano

Com certeza deu muito mais noção tática. Aqui a gente dá foco na parte física, mas a maioria dos trabalhos são voltados em funções táticas. Os treinamentos são focados em parte ofensiva, defensiva, quando está com ou sem a bola, setores do campo, o que fazer em determinadas situações, posicionamento e muitas questões de jogadas. Inclusive, após os nossos jogos, a gente revê o vídeo juntamente com a comissão e o papo com o treinador é principalmente para corrigir pontos táticos e estratégicos daquela partida se preparando para a próxima. Isso faz com que você agregue coisas novas e o futebol italiano me ajuda muito a aprender a tática de uma maneira mais profunda.

Projeção de carreira

Hoje eu diria que meu desejo é permanecer no futebol europeu por mais alguns anos, mas nunca descarto a possibilidade de voltar para o Brasil. Gostaria muito e quero voltar a jogar no Brasil em um clube de expressão para escrever um pouco da minha história no país em que eu nasci. Acredito que pelo atual momento que eu vivo aqui, gostaria de viver mais uns anos na Europa.

Seleção Brasileira ou da Itália?

Primeiro seria uma honra e ficaria muito feliz de poder escolher entre Brasil e Itália. É o sonho de todos chegar em suas seleções, e a equipe do Brasil é vista com bons olhos e comentada por todos aqui na Itália. Creio que não teria como não optar pela Seleção Brasileira, mas se primeiramente eu recebesse um convite da Seleção Italiana eu não esperaria. É uma decisão difícil para escolher, mas se tivesse as duas opções eu escolheria o Brasil.

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