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Jogador da MLS reforça temor pelo racismo em abordagens policiais

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Foto: Divulgação/Columbus Crew SC

Com a temática de combate ao racismo vivendo dias de maior visibilidade perante a recente onda de protestos nos Estados Unidos, cada vez mais atletas da Major League Soccer (MLS) vem dando relatos tão fortes quanto significativos como o do jovem meia haitiano Derrick Etienne Jr., do Columbus Crew.

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Falando com a presidente da Liga Urbana de Colombus, Stephanie Hightower, em bate-papo que foi veiculado também no canal oficial de seu clube no YouTube, Etienne conta que, mesmo não havendo qualquer tipo de problema consigo, ele sempre tem muito receio em abordagens policiais. Vivendo, inclusive, situação semelhante as recordações que possui ao lado de seu pai quando mais novo.

“Eu tenho de garantir que eu estou me comportando como se estivesse no mesmo nível que ele para que haja algum tipo de respeito e ambos possamos seguir nosso dia tranquilamente. Mas dá medo assim que as luzes acendem e um policial vem atrás de você. Agora, eu começo a me sentir como meu pai, olhando por trás do ombro, garantindo que nada está fora do lugar, que nada possa ser feito ou dito para ter problemas com um policial. É algo temeroso e, quando você começa a escutar eles dizerem coisas, é como se eles estivessem te cutucando para que você reaja”, falou o atleta de 23 anos de idade, agregando:

“Como um jovem afro-americano, é realmente difícil porque eu tenho membros da minha família que são policiais, tenho amigos que são policiais. Eu se do caráter deles, sei que são boas pessoas, mas é só quando você nota essas pequenas coisas, onde você está seguindo com seu dia, e um policial vem mexer com você, é algo como ‘Eu não te suporto, eu tenho um problema com você’.”



Derrick Etienne Jr. ainda deixou uma mensagem importante pensando em como vê o comportamento ideal no combate ao preconceito:

“Como povo americano, nós precisamos deixar pra trás esteriótipos odiosos e tolos e aceitar as pessoas como Deus fez… pelo nosso caráter, não pela cor da nossa pele.”

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