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Keylor Navas é defendido de acusação de boicote na seleção da Costa Rica

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Foto: Rafael Marchante/ Pool/AFP

Andrea Salas, esposa do goleiro costarriquenho Keylor Navas, foi convocada para depor no processo ingressado na justiça pelo jogador do PSG em conjunto com Bryan Ruiz e Celso Borges.

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Os três nomes de grande importância e trajetória no selecionado da Costa Rica foram acusados por ex-dirigentes da Federação Costarriquenha de Futebol (FCF) de terem boicotado o ex-técnico da seleção, Jorge Luis Pinto. Por isso, figuras como Eduardo Li e Rafael Vargas foram acionadas pelos atletas na justiça com a alegação de difamação.

No depoimento dado por Andrea, ela atestou que a tristeza sentida por Keylor com a situação era tamanha que parecia um não-diagnosticado quadro de depressão onde ele sequer sentia vontade de conversar.

Já com a palavra, o jogador de 34 anos de idade apontou que outro contexto incomodou bastante ele em relação a precisar explicar toda a situação para os então companheiros de equipe no Real Madrid, algo que o deixou notoriamente constrangido apesar do apoio que recebeu dos mesmos.

“O Keylor passou por uma… depressão. Sentia muita frustração e impotência. Estava com um estado de espírito completamente diferente, não conseguia dormir. Teve de tomar comprimidos, quase não falava. Não foi uma depressão diagnosticada. Ele andava triste, sem ânimo. E ainda se sente afetado por tudo o que aconteceu porque a sua dignidade foi colocada em xeque”, afirmou Andrea.

“Eu estava no Real Madrid e na Espanha já tinham surgido uns problemas desse genero. É muito ruim que a imagem de uma pessoa seja afetada por uma coisa destas. Perguntaram-me sobre o que estava acontecendo e tive de explicar a situação aos meus colegas e aos dirigentes do clube. Graças a Deus, eles me conhecem, sabem o tipo de pessoa que sou e acreditaram no que estava dizendo”, ratificou Keylor.

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