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No México, equipe protesta por salários atrasados cruzando os braços em jogo

Atitude do Veracruz gerou uma situação absolutamente inusitada no México onde time sofreu dois gols e acabou derrotado na Liga MX
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Apesar da declaração dada pelo presidente do órgão máximo do futebol no México sobre a medida para solucionar os atrasos salariais no Veracruz, os atletas da equipe fizeram um protesto na última sexta-feira em plena partida da Liga MX que, por um ruído de comunicação, acabou gerando a derrota dos Tiburones e reclamações de jogadores dos dois lados.

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O confronto contra o Tigres ocorrido no estádio Luis Fuente começou com o time da casa de braços cruzados e, depois de passado um minuto, os visitantes efetivamente começaram a jogar e abriram a conta com Luis Rodríguez sem qualquer resistência do oponente. O mesmo aconteceu com a saída de bola do Veracruz onde o atacante francês Gignac ficou com a bola e ampliou a conta, “encerrando” o período de protesto dos anfitriões.

Acabada a partida onde Jesús Dueñas e o ex-Corinthians Kazim ainda marcaram, construindo o marcador de 3 a 1 favorável ao Tigres, reclamações das duas partes não faltaram. Por parte dos protagonistas do protesto, o zagueiro e capitão Carlos Salcido garantiu que os atletas do time adversário tinham total ciência da iniciativa bem como de sua duração:

“Os jogadores do Tigres sabiam perfeitamente que iríamos parar por três minutos. Ao fim do dia, é uma tristeza, pois somos todos profissionais, mas vocês viram o que aconteceu. Tomara que no futuro eles fiquem bem, e Deus os abençoe.”

O meio-campista argentino Guido Pizarro, capitão dos Felinos, alegou que o pedido do time do Veracruz foi levado ao vestiário do Tigres e os atletas haviam solicitado que a paralisação durasse apenas um minuto. Pontuando, também a sequência de atos envolvendo toda a situação que acabaram contrariando posicionamentos previamente ditos:

“Não me parece bom que nos façam responsáveis de uma reclamação deles com o presidente. Nós fomos muito claros, e disse a todos os meus companheiros e para alguns dos seus jogadores que não sabíamos disso (que duraria três minutos). Nós falamos com o árbitro que ao primeiro minuto iríamos jogar, como eles sabiam há dois dias. Mas eles queriam fazer um protesto contra o presidente parando três ou cinco minutos, e eu como capitão perguntei ao meu time. E eles pediram para manter em um minuto. Pela manhã, um jogador deles disse que o time não iria entrar em campo, e no fim o fizeram. E se estipulou que seria feita uma foto e parariam por um minuto. Mas muitos deles não estavam sabendo.”

Veja os lances de Veracruz 1 x 3 Tigres:

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