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Opinião: Nunca duvide da tradição e força do Boca Juniors

Na fase de grupos da Libertadores, o Boca Juniors foi até a Arena da Baixada encarar o Athletico-PR e acabou atropelado. Em noite mágica de Marco Ruben, o time brasileiro não tomou conhecimento do hexacampeão continental e venceu impiedosamente por 3 a 0.

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Após quase quatro meses depois daquela noite mágica, os dois times voltaram a se encontrar e no mesmo cenário. Assim como na fase de grupos, a Arena da Baixada estava repleta de torcedores do Furacão, que acreditaram em um novo triunfo.

Quando a bola rolou o Boca Juniors mostrou que a partir das oitavas de final, a Libertadores havia começado para ele. Marcação alta e forte, velocidade, qualidade com a bola nos pés e como não poderia faltar, aquela boa e velha artimanha argentina em mata-mata.

Aos poucos, Gustavo Alfaro e seus comandados mostravam ao Athletico-PR, que o jogo da primeira fase era passado e que a realidade seria bem diferente. O time Xeneize só não conseguiu uma boa vantagem na etapa inicial pelo fato de Ábila perder dois gols na cara de Santos.

No segundo tempo, um pouco mais recuado, o time Xeneize deu campo ao Furacão, mas dificultava ao máximo a vida do adversário, que apostava em chutes de fora da área.

No fim, com o Athletico ‘menos organizado’, o Boca foi mortal. Mac Allister acertou um lindo chute e viu a bola morrer no ângulo do goleiro para decretar a vitória argentina.

O time de Tiago Nunes não foi o primeiro que venceu o Boca Juniors na fase de grupos e chegou empolgado para o duelo mata-mata. O Palmeiras, atual campeão do Brasil, também passou pela mesma experiência na última temporada e podemos citar outros casos semelhantes do futebol tupiniquim.

É claro que, assim como o time argentino, o Brasil tem clubes gigantes tanto quanto o Boca, mas precisa existir um pouco mais de respeito. Os jogadores realmente estão abaixo daquela geração de ouro que marcou época nos anos 2000, mas quando a camisa azul e ouro resolve entrar em cena, ela pesa e pesa muito.

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