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Cinco curiosidades sobre o aniversariante Club Atlético Boca Juniors

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Foto: Reprodução/Twitter Boca Juniors

Em meio a parada do futebol, o torcedor e os diversos simpatizantes do Boca Juniors encontram um motivo muito especial para festejar nessa sexta-feira (3). Isso porque, nesse mesmo dia no longínquo ano de 1905, era fundado o clube que hoje detêm o maior número de torcedores na Argentina.

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E, para deixar esse dia ainda mais marcante, o Futebol Latino decidiu montar uma lista com informações curiosas sobre a existência dessa equipe que se consolidou como uma das mais tradicionais não apenas aos olhos dos nascidos e moradores do continente, mas também de todo o “planeta bola”.

A origem do nome Boca Juniors

A motivação dos cinco rapazes (Alfredo Scarpatti, Esteban Baglietto, Juan Antonio Farenga, Santiago Sana e Teodoro Farenga) que fundaram o clube em meio a Plaza Sólis, situada no bairro de La Boca, foi pura e simplesmente calcada na mistura da sensação de pertencimento aliada a um toque de nobreza que existia na época ao redor dos termos em inglês. Por isso, houve a junção do Boca pertencente ao bairro com o Juniors, nome que denota mais suavidade e charme a uma localidade periférica de Buenos Aires conhecida ao longo dos tempos pela pobreza e criminalidade.

As cores Amarelo e Azul só surgiram cinco anos depois da fundação

Motivadoras de um dos apelidos do clube (Azul y Oro), as cores amarela e azul que hoje são associadas de maneira imediata ao clube foram ideia de Juan Bricchetto surgida enquanto trabalhava no Porto de Buenos Aires. Ao notar a chegada de um navio vindo da Suécia que continha a bandeira da nação europeia pintada nele, Juan achou que essa aliança de cores seria interessante para o então recém-fundado Boca Juniors e a ideia foi acatada.

Antes disso, o clube chegou a jogar usando uniformes em branco e preto ou em um tom de azul celeste.

O surgimento do apelido Xeneize e a ligação com a Itália

Pelo fato de ser próximo ao porto de Buenos Aires, a formação dos habitantes de La Boca foi essencialmente de funcionários espanhois e italianos que desembarcavam na cidade e por lá estabeleciam. Principalmente de italianos provenientes da região da cidade de Gênova, região noroeste da Velha Bota.

Em uma das cidades da região (Zena), os habitantes do local eram chamados de zeneixi, termo adaptado na língua espanhola para xeneize, e que traduz nos tempos atuais os adeptos do Boca Juniors.



O Boca perdeu o primeiro Superclássico que disputou

A rivalidade com o River Plate (clube que inclusive surgiu quatro anos antes do próprio Boca no mesmo bairro) era favorecida pela proximidade de ambos no aspecto geográfico e também no desejo de consolidação dentro do cenário futebolístico onde o já extinto Alumni era quem “comandava” as conquistas.

Curiosamente, esse encontro aconteceria pela primeira vez somente em 1913 e, como ambos os clubes ainda não tinham suas casas próprias, o embate ocorreu no já inexistente Estadio Alsina y Colón, na época pertencente ao Racing e que foi demolido para a construção do atual El Cilindro. Na oportunidade, o River ganhou por 2 a 1 e escrevia a primeira linha naquele que, hoje, é chamado de Superclássico.

A diferença do maior artilheiro para o segundo é gigantesca

Grandes nomes tiveram a oportunidade de vestir a camiseta do time Xeneize e marcarem gols históricos mediante a tantas conquistas. Contudo, quem balançou por mais vezes as redes atuando pelo Boca Juniors foi Martín Palermo: 236 tentos feitos em 404 partidas.

Além da notória capacidade goleadora, chama a atenção a distância que Palermo conseguiu em seu recorde para o segundo colocado nesse ranking, o hoje vice-presidente do clube Juan Román Riquelme. Enquanto o Titán passou da marca dos 200 gols, o Topo fez 91 tentos em 385 aparições, diferença superior a casa dos 100 gols.

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